Dinheiro
20/11/2008 - 14h53

Saiba mais sobre o Banco do Brasil

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da Folha Online

O Banco do Brasil do Brasil completou 200 anos no país. Ele foi criado em 12 de outubro de 1808 e iniciou suas atividades em 11 de dezembro de 1809.

Em sua trajetória, o banco carrega a marca de ter sido o primeiro a entrar para a Bolsa de Valores. Em 1926, o antigo prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro passa a ser a sede do Banco do Brasil, sendo transferida em 1960 para Brasília no dia da inauguração da nova capital, 21 de abril de 1960.

Em 1995, a empresa passou por um processo de reestruturação para se adaptar à nova conjuntura advinda do Plano Real e à conseqüente queda da inflação que afetou o sistema bancário. Nessa ocasião, 13.388 funcionários foram desligados dentro de um PDV (Programa de Desligamento Voluntário).

No primeiro semestre de 1996, o Banco informou que se encontrava em situação grave e que adotaria "medidas saneadoras e de regularização de antigas pendências de crédito". Fechou o ano com prejuízo de R$ 7,6 bilhões. No mesmo ano, o Banco realizou chamada de capital no valor de R$ 8 bilhões.

Em 2001, o Banco do Brasil adotou a configuração de banco múltiplo e no ano seguinte, adaptou o estatuto social para garantir maior transparência e melhores práticas de governança corporativa, como parte dos avanços em direção ao Novo Mercado da Bovespa. Em 2003, a instituição teve um lucro líquido de R$ 2,4 bilhões, 17,4% superior ao de 2002.

Divulgação
Lucro do Banco do Brasil ficou em R$ 1,867 bilhão no 3ºtrimestre, em alta de 36,9%
Lucro do Banco do Brasil ficou em R$ 1,867 bilhão no 3ºtrimestre, em alta de 36,9%

Segundo a empresa, em setembro deste ano, o Tesouro Nacional tinha 64,7% das ações da empresa, a Previ (o fundo de pensão do Banco do Brasil), 10,4% e o BNDESPar (braço do BNDES que tem participações em empresas), 2,5%. A composição acionária conta ainda com a pessoas físicas (5,5%), pessoas jurídicas (4,5%) e capital estrangeiro (11,5%).

Com cerca de 49 milhões de clientes, 4,8 mil agências e 88,7 mil funcionários, o Banco do Brasil era a maior instituição financeira do país até a fusão do Itaú com o Unibanco, no início deste mês.

O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 1,867 bilhão no terceiro trimestre deste ano, um crescimento de 36,9% sobre o mesmo período de 2007. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%.

Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do trimestre superou os R$ 2 bilhões, 24% maior do que o observado no terceiro trimestre de 2007; sobre o trimestre anterior, o resultado foi 39,2% maior.

Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de R$ 5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo período de 2007.

Os ativos totais do banco cresceram 10,2% no trimestre, e 26,5% em 12 meses, alcançando R$ 444,7 bilhões, considerando-se o resultado consolidado financeiro. Já o resultado consolidado econômico-financeiro (que incorpora, proporcionalmente, as informações contábeis das empresas não-financeiras coligadas ao banco) mostra um total de ativos de R$ 458,9 bilhões.

A carteira de crédito alcançou R$ 202,2 bilhões, expansão de 34,6% em 12 meses e de 6,4% no trimestre. Já a carteira de crédito doméstica cresceu 37,5% em 12 meses e 5% no trimestre.

Comentários dos leitores
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Será que não é possível "Privatizar" os políticos??
O segredo é o seguinte : valer eles não valem nada, então ai existe uma chance enorme do BRASIL enriquecer, é ´só vendê-los pelo preço que eles dizem que valer, devemos pensar a esse respeito. Ai haverá chance de ganhar uma boa grana e poderemos saber onde será aplicada, investida,
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Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
É um mal pensar que por causa de um indivíduo ser concursado, ele é extremanente útil e diferenciado à outros cargos.
Cargo público em excesso e estabilidade contribui para o marasmo que o país é.
Infelizmente essa mentalidade do funcionario publico esta chegando às universidades federais. Agora tudo é cargo para ficar no sossego e estabilidade, não querem e nao gostam de dar aulas. Inicio do sulcateamento do que antes era razoável.
Brasil é um país muito louco e sem foco.
[]s
Eduardo.
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Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Claro que os func, da Nossa Caixa, na sua grande parte, não se caracterizam como usufrutuários de cabides de emprego, como sugeriu um comentário anterior. Mas sabemos que há sim muitos departamentos desnecessários nestes e noutros bancos estatais, acomodando um número grande de funcionários que estão lá porque não há vontade nenhuma de qualquer gestor em mudar a situação. Muita burocracia, a máquina trabalhando para si mesma. Muito cargo de diretor, superintendente, gerente de divisão, gerente geral, etc. Muitas reuniões de faz de conta, muito desperdicio do dinheiro público. São mesmo verdadeiras ilhas da fantasia. Privatize todos os estatais e veremos que o gestor particular terá maior competencia para administrar sem desperdicios. Ainda certamente recolherá maior volume de impostos como vimos acontecer nas teles e mineradoras. A população também terá melhpores serviços. Bastará apenas que esta tenha um canal apropriado para fazer valer cabalmente seus direitos de consumidor. O governo não precisa de empresas. Privatizar já a Petrobrás, BB, Cef, Bco Amazonia, e todas as demais estatais. Vai ser bo pra todo mundo. 6 opiniões
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