Dinheiro
20/11/2008 - 18h05

Congresso dos EUA exige plano de viabilidade de montadoras

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da Efe, em Washington

O Congresso dos Estados Unidos deu até 2 de dezembro de prazo para Ford, General Motors e Chrysler apresentarem um plano de viabilidade, como condição para que possam ter acesso a um pacote de ajuda pública.

"Os executivos não convenceram o Congresso nem o povo dos EUA que têm um plano para sair da crise", disse o chefe da maioria democrata no Senado, Harry Reid, que mencionou que o Congresso poderia reunir-se de novo na semana de 8 de dezembro.

Ontem (19), os dirigentes das chamadas "Três grandes de Detroit" já tinham afirmado, perante um Congresso cético, suas previsões de um colapso econômico caso não se aprove, em breve, um plano de US$ 25 bilhões que contenha a crise de liquidez (oferta de dinheiro) do setor automotivo.

Em uma frente unida, os presidentes da General Motors, Rick Wagoner, da Chrysler, Robert Nardelli, e da Ford, Alan Mullaly, reiteraram que estão em jogo milhões de empregos, todos dependentes do setor automotivo.

Durante uma audiência da Comissão de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, as montadoras explicaram que não se trata de um "resgate", mas sim de um "empréstimo" que permita cumprir com suas obrigações e que, em todo caso, pagariam com mais juros.

Na terça-feira (18), os três disseram perante a Comissão de Bancos do Senado, que, a longo prazo, seria mais barato aprovar esse empréstimo ao invés de enfrentar o que seria o enorme "custo humano" do colapso do setor.

Calcula-se que cerca de cinco milhões de empregos dependem do setor, e sua ruptura, além disso, afetaria a confiança dos negócios e consumidores.

Segundo Nardelli, uma quebra seria "devastadora", mas uma ajuda do Congresso permitiria que a Chrysler continuasse a cobertura médica e pensões dos aposentados, o pagamento de salários e dos abastecedores, além de outras despesas operacionais.

Nardelli disse que a Chrysler é uma empresa genuinamente americana, já que nos EUA se gera 73% de suas vendas, 61% de sua produção automobilística, 74% de sua força de trabalho e 62% de suas concessionárias.

Já Mulally pediu ao Congresso que fizesse "parte da solução" para a recuperação do setor e defendeu as medidas de reestruturação da Ford para sua transformação "agressiva"

Comentários dos leitores
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 22h14
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 22h14
Marcos Hundsdofer, me desculpe se escrevi seu nome errado por ser um nome não muito comum a nós brasileiros. Mas o assunto é outro. Voce diz que a educação é fundamental para o desenvolvimento do país, qualquer que ele seja. Concordo plenamente. Acontece que o Brasil foi governado por 8 anos por um senhor que disse assim : ESQUEÇAM DE TUDO QUE ESCREVI. E aí. Um cidadão que fez curso superior, sabe falar, ingles, frances, polones, noruegues, chines, japones, paquistanes, mas não sabe portugues. É que ele fez uma confusão tão grande que no fim não sabia nem portugues. Como podemos ter uma educação de qualidade se o mais alto mandatário diz que é para botar fogo em tudo que escreveu e que vai um dia ( que Deus o tenha, apezar de ateu ) morre de uma doença rara : dor de cotovelo ou a conhecida, inveja.
E como tratar bem os aposentados se ele disse assim :
ESSES APOSENTADOS SÃO TODOS UNS VAGABUNDOS. Não tentem consertar o que ele disse porque senão a emenda vai ficar pior que o soneto.
sem opinião
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Cassio Tavares (532) 07/11/2009 20h03
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 20h03
Antonio Gonçalves, obrigado seus elogios até porque aqui eu só divulgo dados e verdades irrefutáveis tomando por base aqueles já publicados pelo próprio governo anterior. Verdades são verdades e continuaram sendo verdades quer queiram ou não os que aqui me criticam. Para mim não faz a menor diferença. Se quizerem botar aí 100 vezes uma 1 estrelinha para mim, não estou nem aí. Eu admiro muito o Presidente Lula e tenho motivos de sobra para isso, até porque não votei nele nas eleições de 2.002 mas com muito orgulho coloquei meu no atual presidente em 2.006. pena que ele não pode se candidatar novamente em 2.010 até porque ele é um democrata que disse por várias vezes que para ele não existia essa hipótese, ao contrário do tão badalado presidente da Colombia Alvaro Uribe, que " arrancou " um 3° mandato no congresso daquele país, que só ele, e os " mui democratas " de lá sabem como. O curioso é que a Colombia é o maior produtor e exportador de cocaina do mundo. Será que há alguma ligação entre esses 2 fatos ? 2 opiniões
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celso assis (60) 07/11/2009 15h32
celso assis (60) 07/11/2009 15h32
COMO EU JÁ ESCREVI, ERROS AO DIGITAR É UMA COISA, AGORA ESCREVER TOTALMENTE ERRADO É INADIMISSIVEL.
VOLTEM PARA O CURSO BÁSICO SRS, ANTES DE TENTAREM CRITICAREM OU ELOGIAREM ALGUEM, E TB TENTEM FICAR CALMINHOS, POIS VCS SABEM QUE SUAS BOQUINHAS ESTÃO PARA TERMINAR
2 opiniões
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