Congresso dos EUA exige plano de viabilidade de montadoras
da Efe, em Washington
O Congresso dos Estados Unidos deu até 2 de dezembro de prazo para Ford, General Motors e Chrysler apresentarem um plano de viabilidade, como condição para que possam ter acesso a um pacote de ajuda pública.
"Os executivos não convenceram o Congresso nem o povo dos EUA que têm um plano para sair da crise", disse o chefe da maioria democrata no Senado, Harry Reid, que mencionou que o Congresso poderia reunir-se de novo na semana de 8 de dezembro.
Ontem (19), os dirigentes das chamadas "Três grandes de Detroit" já tinham afirmado, perante um Congresso cético, suas previsões de um colapso econômico caso não se aprove, em breve, um plano de US$ 25 bilhões que contenha a crise de liquidez (oferta de dinheiro) do setor automotivo.
Em uma frente unida, os presidentes da General Motors, Rick Wagoner, da Chrysler, Robert Nardelli, e da Ford, Alan Mullaly, reiteraram que estão em jogo milhões de empregos, todos dependentes do setor automotivo.
Durante uma audiência da Comissão de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, as montadoras explicaram que não se trata de um "resgate", mas sim de um "empréstimo" que permita cumprir com suas obrigações e que, em todo caso, pagariam com mais juros.
Na terça-feira (18), os três disseram perante a Comissão de Bancos do Senado, que, a longo prazo, seria mais barato aprovar esse empréstimo ao invés de enfrentar o que seria o enorme "custo humano" do colapso do setor.
Calcula-se que cerca de cinco milhões de empregos dependem do setor, e sua ruptura, além disso, afetaria a confiança dos negócios e consumidores.
Segundo Nardelli, uma quebra seria "devastadora", mas uma ajuda do Congresso permitiria que a Chrysler continuasse a cobertura médica e pensões dos aposentados, o pagamento de salários e dos abastecedores, além de outras despesas operacionais.
Nardelli disse que a Chrysler é uma empresa genuinamente americana, já que nos EUA se gera 73% de suas vendas, 61% de sua produção automobilística, 74% de sua força de trabalho e 62% de suas concessionárias.
Já Mulally pediu ao Congresso que fizesse "parte da solução" para a recuperação do setor e defendeu as medidas de reestruturação da Ford para sua transformação "agressiva"
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-Roupas e calçados: O sujeito ganha mil e quinhentos reais, mas ele tem um tênis que custa seiscentos reais.
-Celular: A pessoa economiza até em sua alimentação, mas tem um smartfone.
-Carro: O sujeito se endivida por oito anos para comprar um carro (em 2007 o aumento de financiamentos de veículos aumentou 43,5% e desde então tem crescido a cada ano) e muitas vezes não tem dinheiro para mantê-lo ou para pagar pelo financiamento, o que causa o aumento do número de recuperações de veículos por financeiras (observado desde o ano passado).
Em suma, o jornalista fez uma afirmação ignorando que a compra de carros é impulsionada pela capacidade de endividamento, ignorando as centenas de milhares de demissões (comprovadas pela redução de captação de impostos), o aumento da inadimplência (cheque especial e financiamento de veículos são os lideres). A disseminação desse tipo de convicção cega e impede que a população exija retidão e resultados do governo federal. É lamentável que um jornalista use as atribuições de sua função para disseminar sua opinião ignorando os fatos.
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Um belo exemplo de, liberdade enquanto conseguiu esconder e punição quando foi descoberto.
Acho que precisamos, aqui no Brasil, exercitar mais os atos de punição.
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"RIO DE JANEIRO (Reuters) - A produção da indústria brasileira acumula queda de 5,1% nos últimos doze meses encerrados em maio, o pior resultado desde o início da série histórica, em 1991, mostraram dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)."
Um dado interessante é que, a redução do IPI como forma de incentivar o comércio e fazer o dinheiro continuar girando teve uma variável inesperada, o consumidor não desfrutou deste desconto integralmente (em média de 5%). .Em alguns casos o desconto do consumidor foi de apenas 2% , o resto foi agregado ao lucro do comerciante, distribuidor ou produtor. Esse percentual é apenas metade do IPCA do primeiro trimestre, ou seja não cobriu nem a inflação durante a metade do período da crise..
Ai fica a pergunta, esse desconto de 2% (que não consegue motivar consumidores que foram ás compras), o que levou as pessoas a comprarem? Conhecendo o brasileiro, sabemos que ele é um comprador emocional, quase compulsivo.
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