Petróleo fecha abaixo de US$ 50 pela primeira vez em mais de três anos
da Efe
da France Presse
O preço do barril do petróleo recuou nesta quinta-feira 7,5% e terminou cotado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês) abaixo dos US$ 50 por barril, pela primeira vez em mais de três anos, em um mercado afetado pelos temores de uma forte redução da demanda de bruto devido à deterioração da situação econômica.
Os contratos para entrega em dezembro caíram hoje pelo quinto pregão consecutivo e diminuíram US$ 4 em relação ao preço de quarta-feira, até US$ 49,62 por barril (159 litros).
Esse preço é um terço do registrado em julho, quando o petróleo chegou a ser negociado a US$ 147,27 por barril, seu recorde histórico.
Os analistas asseguraram que o fato de hoje expirarem os contratos de dezembro, os que possuem o vencimento mais próximo, acrescenta mais volatilidade ao mercado.
Os contratos de gasolina também para entrega em dezembro caíram hoje US$ 0,10 por galão (3,78 litros), até US$ 1; enquanto os de combustível de calefação desceram US$ 0,08, até os US$ 1,67.
O gás natural para entrega em dezembro reduziu seu preço e terminou o pregão a US$ 6,31 por mil pés cúbicos, US$ 0,43 a menos que no fechamento de quarta-feira.
Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte fechou em US$ 48,08, uma redução de US$ 3,64 em relação ao fechamento de quarta-feira. Os preços do barril chegaram a cair para US$ 47,82 durante a sessão.
"A maior preocupação é que o crescimento econômico seja tão fraco que provoque uma queda da demanda muito superior às previsões do Departamento da Energia e da Agência Internacional da Energia", explicou Adam Sieminski, do Deutsche Bank.
"Se for o caso, a OPEP [Organização dos Países Exportadores de Petróleo] terá dificuldades para manter os preços", acrescentou o analista.
"Os preços devem continuar caindo. Não há atualmente nenhum sinal de estabilização", observou John Kilduff, da MF Global.
A publicação, nesta quinta-feira, dos números semanais do desemprego, piores do que o esperado pelos analistas, também contribuíram para a queda dos preços.
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Especial


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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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