Bolsa de NY cai mais de 5% e fecha no menor nível em cinco anos
da Efe
da France Presse
A Bolsa de Nova York fechou em nova queda nesta quinta-feira, que a levou ao seu nível mais baixo em cinco anos e meio, afetada pela degradação da economia norte-americana e pela ausência de uma resposta política à crise na indústria automobilística.
O índice Dow Jones Industrial Average, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), recuou 5,56%, aos 7.552,29 pontos --no seu nível mais baixo desde março de 2003. Em um pregão volátil, o Dow Jones chegou a descer 6,1% e a subir 2,37%. O índice Nasdaq, de elevado componente tecnológico, perdeu 5,07%, aos 1.316,12 pontos. Já o S&P 500 caiu 6,71%, a 752,44 pontos --nível não registrado desde abril de 1997.
"É muito perigoso. O mercado está cauteloso", disse Lindsey Piegza, da FTN Financial.
Wall Street está preocupada com o futuro do setor automobilístico, depois que a maioria democrata do Congresso dos Estados Unidos deu até 2 de dezembro de prazo a Ford, General Motors (GM) e Chrysler para apresentarem um plano de viabilidade, como condição para que possam receber ajudas públicas.
As ações da General Motors subiram 3,23%, até US$ 2,88, após ter chegado a baixar durante o pregão 39% e alcançar seu menor preço em 70 anos.
Os títulos da Ford seguiram uma tendência similar e fecharam a US$ 1,39, 10,32% a mais que na quarta-feira, embora ao longo da jornada tenha se situado ligeiramente acima do US$ 1.
Ao pessimismo de Wall Street contribuíram os dados divulgados pelo Departamento de Trabalho americano, que informou que os pedidos de seguro-desemprego aumentaram em 27 mil na semana passada e chegaram a 542 mil, a mais alta desde julho de 1992.
Os títulos do Citigroup desceram 26,11%, até US$ 4,71, seu menor nível em 15 anos.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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