Banco central do Japão mantém taxas de juros em 0,30%
da Folha Online
O Banco do Japão (banco central do país) decidiu nesta sexta-feira manter as taxas de juros em 0,30%, como era esperado pelos analistas, informou a agência local Kyodo.
A decisão foi tomada por unanimidade pelo comitê monetário do banco, ao término de uma reunião de dois dias realizada em Tóquio.
Em comunicado, a instituição japonesa assinalou que a segunda maior economia do mundo se encontra "enfraquecida".
No fim do mês passado, o Banco do Japão cortou sua taxa de juros de 0,50% para 0,30%, em uma decisão muito discutida na instituição. Trata-se da primeira vez desde 21 de fevereiro de 2007 que o banco intervém na política monetária japonesa.
O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão informou à época que a inflação no país cresceu 2,3% em setembro em termos anualizados no país, no 12º mês consecutivo de altas. O índice nacional de preços ao consumidor, que exclui os alimentos perecíveis por sua excessiva volatilidade nos preços, ficou em 102,6 pontos sobre a base fixada de 100 em 2005, segundo os dados de um estudo preliminar.
Leia mais
- Blog do Josias: Lula assina o decreto que faltava para "supertele"
- Senado argentino aprova nacionalização da previdência privada
- Congresso dos EUA adia decisão sobre ajuda a montadoras
- Bolsa de NY cai mais de 5% e fecha no menor nível em cinco anos
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria



avalie fechar
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
avalie fechar
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
avalie fechar