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Dinheiro
21/11/2008 - 10h00

Preço do petróleo da Opep recua e barril é vendido a US$ 44,05

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da Folha Online

O barril de petróleo de referência da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) foi vendido ontem por US$ 44,05, após cair US$ 1,83 em relação à cotação anterior, informou nesta sexta-feira o secretariado da organização em Viena (Áustria).

Dessa forma, e com novas notícias negativas para o setor automobilístico veiculadas ontem pela imprensa, a cotação do barril da Opep caiu para o nível mais baixo desde fevereiro de 2005.

A queda de preço desde 2 de julho deste ano, quando bateu o recorde histórico de US$ 140,73, é de 68,7%, e coincide com a sustentada tendência de queda de outros tipos de petróleo, como o Brent e o barril do petróleo leve, de referência para a Europa e para Estados Unidos, respectivamente.

Em Nova York, o preço do barril caiu ontem abaixo da barreira dos US$ 50 pela primeira vez desde maio de 2005 e ficou em US$ 49,62, enquanto o Brent se recuperava hoje em Londres, alcançando US$ 49,09 em relação ao fechamento de ontem.

"A recente queda dos preços do petróleo está em linha com os prejuízos maciços nos mercados de valores registradas em todo o planeta nos últimos poucos meses", informou hoje em um comunicado a assessoria especializada JBC Energy, com sede em Viena.

Comentários dos leitores
J. R. (1192) 13/12/2009 20h04
J. R. (1192) 13/12/2009 20h04
Acho incrível como algumas pessoas que se dizem religiosas usam desse espaço, como é o caso do Sr. APARECIDO apenas para atacar outros grupos religiosos, minorias como gays, lésbicas e afins; e provavelmente esse Sr. que mais parece afeito a Hitler também é tremendamente racista. Botem freio nesse cidadão falso moralista! sem opinião
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Sebastião Vicentim (62) 11/12/2009 14h56
Sebastião Vicentim (62) 11/12/2009 14h56
Demanda mundial por petróleo vai acelerar em 2010, diz agência...
Ainda bem que o petróleo (inclusive o do pré sal) é TOTALMENTE NEUTRO em se tratando de efeito estufa & congêneres, não é?
sem opinião
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José Alberto (241) 11/12/2009 12h55
José Alberto (241) 11/12/2009 12h55
Pacificador vemos agora por que o terror hugo chavez quer entrar no mercosul, pois conta com o apoio desse esmoleiro mor, que temos que chamar de presidente, presidente do que.....já pegou as passagens epara sua comitiva tb.... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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