Crédito para o consumidor cai 7% em outubro e é o menor em 14 meses, diz BC
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
A crise financeira internacional reduziu a liberação de novos empréstimos para pessoas físicas e empresas. Mesmo assim, o estoque de crédito na economia manteve a tendência de crescimento no mês de outubro.
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Segundo a pesquisa mensal de juros do Banco Central, divulgada nesta terça-feira, houve uma queda na média diária das novas concessões de crédito, de 7,1% para empresas e 7,7% para pessoa física. Nesse último caso, o volume diário liberado (R$ 2,187 bilhões) voltou ao nível de agosto do ano passado.
No trimestre, as operações de crédito para pessoa física caíram 4,8%. No ano, 11,5%.
No mês passado, houve redução de 39,9% nas operações de crédito para veículos, 13,7% no crédito pessoal e 7,9% na aquisição de bens. Apenas o cheque especial continuou subindo, mesmo assim, apenas 1%.
No caso das empresas, houve redução de 38,7% nos repasses externos, de 24,3% no desconto de promissórias e de 23,7% nas linhas de crédito para exportação (ACC).
Volume
Apesar da queda no número de novas operações, o estoque total de crédito avançou 2,9% no mês passado e 34,6% nos últimos 12 meses. O percentual está acima da taxa registrada em setembro (31,8%).
Em termos absolutos, o crédito bateu novo recorde: chegou a R$ 1,187 trilhão. Também foi recorde na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto): passou de 39,2% em setembro para 40,2% no mês passado.
Como o crédito cresce mais que a economia, ele ganha mais espaço ao ser comparado com a soma das riquezas produzidas no país no mesmo período.
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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
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