Economia dos EUA tem contração de 0,5% no terceiro trimestre
da Folha Online
A economia dos EUA teve uma contração de 0,5% no terceiro trimestre deste ano, maior que a de 0,3% anunciada no fim de outubro, segundo dados revisados do Departamento de Comércio, divulgados nesta terça-feira.
O dado aumenta o pessimismo de economistas e investidores quanto às perspectivas para a economia americana no quarto trimestre: as estimativas são de uma nova contração, o que jogaria o país em recessão (definida como dois trimestres consecutivos de desempenho econômico negativo).
A retração no trimestre passado foi a primeira desde a queda de 0,2% no quarto trimestre de 2007, e o pior resultado desde a baixa de 1,4% verificada no terceiro trimestre de 2001, quando os EUA sofreram uma aguda crise.
Desde a divulgação do dado preliminar, a economia americana apresentou novos indicadores de que a recessão está às portas: o número de pedidos de seguro-desemprego no país já chegou a 542 mil, o mais alto desde julho de 1992. O nível considerado como já indicando uma recessão é 400 mil.
Além disso, os Estados Unidos eliminaram 240 mil postos de trabalho no mês de outubro, marcando o décimo mês consecutivo de fechamento de vagas no país. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu para 6,5% no mês passado (a mais alta do governo Bush), contra 6,1% em setembro. Trata-se da pior taxa desde fevereiro de 1994, quando ficou em 6,6% --em março daquele ano, a taxa também ficou em 6,5%.
Os preços ao consumidor no país tiveram a maior queda em outubro desde 1947: o CPI (Índice de Preços ao Consumidor, na sigla em inglês) registrou deflação de 1%. Em setembro, o índice havia ficado estável.
A atividade no setor de construção de imóveis residenciais bateu recorde de baixa no mês de outubro, com um recuo de 4,5%. Segundo o governo, a construção de residências no país ficou em uma taxa anualizada de 791 mil unidades, contra 828 mil unidades em setembro (dado revisado).
Ontem, a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) informou que as vendas de casas usadas no país tiveram uma queda de 3,1% em outubro, chegando à taxa anualizada de 4,98 milhões de unidades. O preço médio de um imóvel residencial usado nos EUA no mês passado, por sua vez, caiu 11,3% em relação ao mesmo mês de 2007, ficando em US$ 183 mil. A queda foi a maior na comparação anual desde 1968, quando os registros começaram a ser feitos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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