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Dinheiro
25/11/2008 - 17h09

Kirchner envia ao Congresso projeto de repatriação de capitais

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da France Presse, em Buenos Aires

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta terça-feira que enviará ao Congresso um projeto de lei para facilitar a repatriação de capitais --uma decisão que incidirá em benefícios tributários, como parte de um plano para incentivar a produção e o investimento, ante a crise financeira mundial.

"A idéia é conseguir reorientar esses fundos aplicados por argentinos que não acreditaram no país e conseguir um maior grau de investimento e produtividade para eles e para a economia", disse Kirchner no encerramento de um encontro da UIA (União Industrial Argentina).

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De acordo com a medida, os que repatriarem o dinheiro investido deverão pagar ao Fisco argentino entre 1% e 8%, segundo o destino dado a esses fundos, informou a presidente.

O projeto de lei inclui, também, uma regularização tributária e o perdão das dívidas das pequenas empresas, além de iniciativas de promoção do emprego.

A fuga de capitais da Argentina supera os US$ 100 bilhões, segundo estimativas do setor privado, embora fontes oficiais consultadas pela agência France Presse indicaram que não existe cifra precisa.

Os detalhes das medidas anunciadas serão apresentados nesta quarta-feira em entrevista à imprensa, disse o chefe de Gabinete, Sergio Massa.

A presidente anunciou, também, a criação do ministério da Produção, que se encarregará de incentivar o comércio exterior num momento em que o pujante crescimento econômico do país, em torno de 9% ao ano, sustentado desde 2003, começa a mostrar sinais de debilidade em conseqüência da crise global.

A atividade industrial, um dos pilares da expansão econômica argentina, retrocedeu 1,9% em outubro em relação ao mês anterior, refletindo o impacto da crise mundial no país, segundo dados oficiais.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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