Crédito mais caro e difícil eleva inadimplência de empresas, diz Serasa
da Folha Online
A inadimplência das empresas subiu 9,2% em outubro deste ano ante o mesmo período de 2007, segundo pesquisa da Serasa. Em relação ao mês anterior, o aumento foi de 7,5%. Ainda assim, no acumulado deste ano até outubro, o índice recuou 0,3% em relação a igual intervalo do ano passado.
Segundo a entidade, a alta de 9,2% na inadimplência das empresas em relação a outubro de 2007 "pode ter ocorrido pelo crédito mais caro e mais seletivo, como primeiros sinais da crise no país".
10 questões para entender o tremor na economia
Veja as medidas anticrise já anunciadas no Brasil
O aumento em relação a setembro deste ano, conta ainda, segundo a Serasa, com o "efeito calendário", já que outubro teve um dia útil a mais que o mês anterior.
Para os técnicos da Serasa, no acumulado do ano, no entanto, "o crescimento da economia doméstica, financiado pelo consumo e pelo crédito, tem favorecido o fluxo de caixa das empresas, promovendo a pontualidade dos pagamentos e as quedas de inadimplência".
Nos dez primeiros meses deste ano, os títulos protestados lideraram a participação das dívidas (que tiveram valor médio de R$ 1.530,93, em alta de 3%), seguido por cheques devolvidos por falta de fundos (R$ 1.309,16, expansão de 12,6%) e dívidas com os bancos (valor médio de R$ 4.396,90, com alta de 7,3%).
Leia mais
- Consumidor está com receio de se endividar, diz Meirelles
- Meirelles diz que previsão de crescimento de 3% do FMI para o Brasil é conservadora
- Meirelles diz que "destruição de riqueza" nas Bolsas soma US$ 29 trilhões
- Tempo médio de busca por emprego cai em duas semanas em SP
- Intervenções do BC no câmbio já somam US$ 48,5 bilhões, diz Meirelles
Livraria
- Livro orienta empresários sobre COMO OBTER CRÉDITO para fortalecer o negócio
- Livros explicam a POLÍTICA INDUSTRIAL e sua importância para o desenvolvimento nacional
Especial


Pouco importa receber, o negócio é emprestar para o consumo. Os especialistas dizem que 46% do PIB emprestado é pouco, pois em outros paises chega a 80%. Mas será que dá para comparar paises e condições diferentes. Os empréstimos são mais para consumo ou mais para produção?
Eles que sao especialistas e que sabem das coisas que respondam. Mas parece que nao foram capazes de prever a crise do ano passado. Outros dizem que nem crise houve (sic)!!!!!! Será que sabem onde fica o nariz deles?
avalie fechar
avalie fechar
Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
avalie fechar