Ajuda ao desenvolvimento é resposta para recuperar economia, diz Amorim
da Efe
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse neste domingo que a ajuda ao desenvolvimento não deve ser vista apenas como uma obrigação moral, mas também como a "resposta correta para manter a economia funcionando" no atual contexto de crise.
Amorim fez essa declaração na Conferência Internacional sobre Financiamento para Desenvolvimento da ONU (Organização das Nações Unidas), em Doha (Qatar).
"É verdade que todos estamos no mesmo barco e que o barco ainda corre o risco de afundar, mas desta vez o buraco apareceu na primeira classe", afirmou.
Por isso, o ministro disse que os países desenvolvidos devem ser os responsáveis por restaurar o crescimento da economia global e de diminuir o impacto da crise nas nações em desenvolvimento.
Amorim também citou a recente cúpula do G20 (que reúne os países mais ricos e as principais economias emergentes), realizada em 15 de novembro em Washington. A respeito desse encontro, ele destacou a determinação do grupo em "trabalhar junto para refundar o sistema financeiro".
Amorim disse ainda que a ONU "pode e deveria contribuir para esse debate" e destacou que a organização continua sendo "o fórum mais democrático e representativo, o único que pode dar legitimidade ao processo de reforma".
O ministro também defendeu profundas mudanças nos organismos internacionais e ressaltou o crescente consenso em torno de uma nova arquitetura financeira que leve em consideração o peso e a influência dos países em desenvolvimento na tomada de decisões.
Leia mais
- Lula diz que conta da crise financeira será "muito alta", segundo o "El País"
- Economia mundial terá pior trimestre desde anos 80, prevêem bancos
- Bancos esperam fusões para sobreviver diante da crise financeira
- Mesmo com crise, Brasil vai crescer acima da média em 2009, diz Meirelles
- Meirelles diz a banqueiros que "a prudência compensa"
- Governo de SP vai prorrogar recolhimento de ICMS em um mês
Livraria
- Livro ENSINA a INVESTIR, tirar o máximo das aplicações e controlar para onde vai o seu dinheiro
- Conheça a obra visionária de Marx e entenda o CAPITALISMO E SUAS CRISES; leia capítulo
Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar
avalie fechar