Economia social de mercado é a chave para sair da crise, diz chanceler alemã
da Efe
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse nesta segunda-feira que a chave para solucionar a crise financeira e econômica mundial prevê instaurar em nível global a economia social de mercado, um modelo nascido na Alemanha que deve se transformar em seu "melhor produto de exportação".
"A economia social de mercado é a forma mais humana de tramitar uma economia. É preciso fazer da economia social de mercado um produto de exportação", disse Merkel, em discurso no congresso da CDU (União Democrata-Cristã), em Stuttgart, no qual se apresenta à reeleição como presidente do partido.
Merkel disse que, neste momento de crise, não é possível seguir o exemplo de experiências anteriores, porque é uma situação sem precedentes, o importante é guiar-se pela razão e, se for necessário, reagir.
Com isso, justificou sua decisão de não lançar um grande plano de resgate econômico, algo que gerou críticas da União Européia (UE), ou de antecipar a grande reforma tributária prevista para a próxima legislatura, como exigiram alguns correligionários.
Merkel também descartou hoje uma rápida redução de impostos, mas afirmou que a Alemanha e seu governo "estão abertos" a "todas as opções" para enfrentar a crise financeira. "A Alemanha mantém abertas todas as opções para lutar com efetividade contra esta crise. Digo explicitamente: todas as opções", disse.
Uma rápida redução agora dos impostos seria "irresponsável" perante o contribuinte "de hoje e do amanhã", enfatizou Merkel, que insistiu, assim, em sua recusa em adotar esta medida na atual legislatura.
Merkel insistiu em que a crise global só pode ser resolvida em escala global, e por isso reivindicou uma ação coordenada para chegar a uma nova ordem econômica mundial, que se guie pelos princípios da economia social de mercado.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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