4% de crescimento em 2009 é desafio para o governo, diz Mantega
FERNANDO ANTUNES
colaboração para a Folha Online
O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse na manhã desta segunda-feira que o governo federal tem o "desafio" de fazer com que o país cresça 4% em 2009. O ministro participou hoje de um seminário do setor de construção na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo.
Ao contrário de discursos anteriores, em que essa taxa de crescimento era dada como certa pelo governo, Mantega mostrou que essa meta demandará novas medidas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
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O ministro lembrou que analistas e instituições nacionais e internacionais prevêem um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no próximo ano de até 3%. A pesquisa Focus, do Banco Central, por exemplo, mostrou que os analistas das 100 principais instituições financeiras do país apostam em um crescimento de 2,8% em 2009, com queda de 0,2 ponto percentual sobre a expectativa na semana anterior. Mas, segundo Mantega, "com trabalho, o país vai perseguir o crescimento de 4%".
"O governo vai manter todos os seus investimentos programados e, se for necessário, vamos aumenta-los", disse.
Para o ministro, a "hemorragia" da crise financeira internacional foi "estancada" com as medidas dos governos em todo o mundo. "Ninguém tem dúvidas que se trata de uma crise de grande magnitude. Os governos não estão poupando esforços para estancá-la."
Automóveis
Sobre as dificuldades que enfrenta o setor automobilístico no país, Mantega lembrou de várias medidas tomadas pelos governos federal e de São Paulo para ajudá-los, como a liberação de recursos do compulsório para irrigar o crédito e injeção direta de recursos nas financeiras das montadoras, como fez o Banco do Brasil e a Nossa Caixa.
Segundo ele, o setor representa 24% do PIB nacional --o que justifica uma maior atenção a ele. "Não podemos deixar cair a peteca nesse setor", disse Mantega.
Porém, a indústria automotiva já apresentou em novembro uma queda de mais de 26% --é o segundo mês seguido de perdas nas vendas de veículos, segundo dados obtidos pela Folha Online. Em novembro, a indústria registrou vendas de 166.297 automóveis e comerciais leves, queda de 21,55% em relação aos 211.948 unidades vendidas em outubro deste ano. Na comparação com novembro do ano passado, quando foram comercializados 225.756, o quadro é ainda mais grave. Os licenciamentos apontam queda de 26,35%.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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