BC dos EUA diz que ainda é possível reduzir juros no país
da Folha Online
da Efe, em Washington
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, afirmou nesta segunda-feira que, embora as taxas de juros estejam em um nível baixo, de 1%, ainda é "factível" aplicar novos cortes.
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A autoridade monetária voltará a se reunir em 15 e 16 de dezembro para sua última consideração regular de política monetária antes da posse do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
"Novas reduções das taxas são certamente factíveis", disse Bernanke em discurso preparado para uma convenção empresarial em Austin, no Texas.
Desde setembro de 2007, quando a taxa básica de juros nos EUA estava em 5,5%, o Fed afrouxou sua política monetária em quase todas as reuniões do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), até levá-la ao nível mais baixo desde junho de 2004.
Embora seja possível uma redução adicional da taxa de juros, a realidade é que abaixo de 1% os juros nos mercados monetários seriam reduzidos a quase nada.
"A segunda arma do Federal Reserve, a provisão de liquidez, continua sendo eficaz", avaliou Bernanke.
O presidente do Fed afirmou que a autoridade monetária poderia adquirir títulos e bônus do Departamento do Tesouro ou bônus de agências governamentais, em um esforço por diminuir seus rendimentos e "estimular a demanda agregada".
A economia dos EUA se encontra "sob pressão considerável", admitiu o funcionário, e é provável que permaneça nessa condição por um tempo.
Segundo Bernanke, a economia dos EUA não poderá se recuperar plenamente até que os mercados financeiros voltem ao funcionamento normal.
Em sua opinião, o panorama econômico é incerto porque é difícil saber quando os mercados financeiros vão se recuperar.
Recessão
Segundo informou hoje o Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), a recessão na economia americana teve início em dezembro do ano passado. O Nber é um dos principais institutos de economia dos EUA e responsável por avaliar quando o país está oficialmente em recessão ou não e quando esta acabou.
"O comitê determinou que um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007. O pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão", informou em comunicado.
Segundo a nota, o período de expansão durou 73 meses. O período anterior de expansão, nos anos 90, durou 120 meses. Alguns analistas ainda dizem que o atual declínio na economia dos EUA vai persistir até meados de 2009 e será o mais severo desde a recessão no início dos anos 80, segundo a agência de notícias Associated Press.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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