Dinheiro
01/12/2008 - 18h03

BC dos EUA diz que ainda é possível reduzir juros no país

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da Folha Online
da Efe, em Washington

O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, afirmou nesta segunda-feira que, embora as taxas de juros estejam em um nível baixo, de 1%, ainda é "factível" aplicar novos cortes.

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A autoridade monetária voltará a se reunir em 15 e 16 de dezembro para sua última consideração regular de política monetária antes da posse do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

"Novas reduções das taxas são certamente factíveis", disse Bernanke em discurso preparado para uma convenção empresarial em Austin, no Texas.

Desde setembro de 2007, quando a taxa básica de juros nos EUA estava em 5,5%, o Fed afrouxou sua política monetária em quase todas as reuniões do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês), até levá-la ao nível mais baixo desde junho de 2004.

Embora seja possível uma redução adicional da taxa de juros, a realidade é que abaixo de 1% os juros nos mercados monetários seriam reduzidos a quase nada.

"A segunda arma do Federal Reserve, a provisão de liquidez, continua sendo eficaz", avaliou Bernanke.

O presidente do Fed afirmou que a autoridade monetária poderia adquirir títulos e bônus do Departamento do Tesouro ou bônus de agências governamentais, em um esforço por diminuir seus rendimentos e "estimular a demanda agregada".

A economia dos EUA se encontra "sob pressão considerável", admitiu o funcionário, e é provável que permaneça nessa condição por um tempo.

Segundo Bernanke, a economia dos EUA não poderá se recuperar plenamente até que os mercados financeiros voltem ao funcionamento normal.

Em sua opinião, o panorama econômico é incerto porque é difícil saber quando os mercados financeiros vão se recuperar.

Recessão

Segundo informou hoje o Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), a recessão na economia americana teve início em dezembro do ano passado. O Nber é um dos principais institutos de economia dos EUA e responsável por avaliar quando o país está oficialmente em recessão ou não e quando esta acabou.

"O comitê determinou que um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007. O pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão", informou em comunicado.

Segundo a nota, o período de expansão durou 73 meses. O período anterior de expansão, nos anos 90, durou 120 meses. Alguns analistas ainda dizem que o atual declínio na economia dos EUA vai persistir até meados de 2009 e será o mais severo desde a recessão no início dos anos 80, segundo a agência de notícias Associated Press.

Comentários dos leitores
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 22h14
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 22h14
Marcos Hundsdofer, me desculpe se escrevi seu nome errado por ser um nome não muito comum a nós brasileiros. Mas o assunto é outro. Voce diz que a educação é fundamental para o desenvolvimento do país, qualquer que ele seja. Concordo plenamente. Acontece que o Brasil foi governado por 8 anos por um senhor que disse assim : ESQUEÇAM DE TUDO QUE ESCREVI. E aí. Um cidadão que fez curso superior, sabe falar, ingles, frances, polones, noruegues, chines, japones, paquistanes, mas não sabe portugues. É que ele fez uma confusão tão grande que no fim não sabia nem portugues. Como podemos ter uma educação de qualidade se o mais alto mandatário diz que é para botar fogo em tudo que escreveu e que vai um dia ( que Deus o tenha, apezar de ateu ) morre de uma doença rara : dor de cotovelo ou a conhecida, inveja.
E como tratar bem os aposentados se ele disse assim :
ESSES APOSENTADOS SÃO TODOS UNS VAGABUNDOS. Não tentem consertar o que ele disse porque senão a emenda vai ficar pior que o soneto.
sem opinião
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Cassio Tavares (532) 07/11/2009 20h03
Cassio Tavares (532) 07/11/2009 20h03
Antonio Gonçalves, obrigado seus elogios até porque aqui eu só divulgo dados e verdades irrefutáveis tomando por base aqueles já publicados pelo próprio governo anterior. Verdades são verdades e continuaram sendo verdades quer queiram ou não os que aqui me criticam. Para mim não faz a menor diferença. Se quizerem botar aí 100 vezes uma 1 estrelinha para mim, não estou nem aí. Eu admiro muito o Presidente Lula e tenho motivos de sobra para isso, até porque não votei nele nas eleições de 2.002 mas com muito orgulho coloquei meu no atual presidente em 2.006. pena que ele não pode se candidatar novamente em 2.010 até porque ele é um democrata que disse por várias vezes que para ele não existia essa hipótese, ao contrário do tão badalado presidente da Colombia Alvaro Uribe, que " arrancou " um 3° mandato no congresso daquele país, que só ele, e os " mui democratas " de lá sabem como. O curioso é que a Colombia é o maior produtor e exportador de cocaina do mundo. Será que há alguma ligação entre esses 2 fatos ? 2 opiniões
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celso assis (60) 07/11/2009 15h32
celso assis (60) 07/11/2009 15h32
COMO EU JÁ ESCREVI, ERROS AO DIGITAR É UMA COISA, AGORA ESCREVER TOTALMENTE ERRADO É INADIMISSIVEL.
VOLTEM PARA O CURSO BÁSICO SRS, ANTES DE TENTAREM CRITICAREM OU ELOGIAREM ALGUEM, E TB TENTEM FICAR CALMINHOS, POIS VCS SABEM QUE SUAS BOQUINHAS ESTÃO PARA TERMINAR
2 opiniões
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