Dinheiro
01/12/2008 - 18h42

Fiesc pede que indústrias afetadas pelas chuvas não demitam funcionários

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ALLAN SANTIN
colaboração para a Folha Online, em Santa Catarina

A Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) montou uma corrente de solidariedade que vai buscar alternativas para minimizar o prejuízo de quase R$ 500 milhões da indústria afetada pela chuva no Estado.

Os sindicatos patronais filiados, como declarou à Folha Online o presidente da Fiesc, Alcântaro Corrêa, estão pedindo para que empresários da região ajudem a evitar a evasão de profissionais capacitados para outras regiões não demitindo nenhum trabalhador, e criaram um compromisso de garantia de emprego.

A entidade montou ainda duas contas bancárias para doações. Em uma delas, o banco privado que opera a conta depositou R$ 100 mil reais como doação.

A Fiesc promete a aquisição de terrenos para a construção de vilas e em ajudar os pequenos empresários afetados pela chuva. Segundo Corrêa, já foram comprados computadores e máquinas de costura para autônomos e pequenas empresas para que não perdessem mais tempo parados.

Apesar dos problemas e dos prejuízos causados pela chuva, a Fiesc informou que poucas indústrias foram afetadas diretamente.

O caos na região fez com que as indústrias do Vale do Itajaí não abrissem na semana passada por falta de mão-de-obra, já que as pessoas não conseguiam ir até seus empregos devido às barreiras e alagamentos. Somente o fechamento por uma semana destas empresas representam um prejuízo de R$ 385 milhões a economia do Estado.

Além do Vale do Itajaí, as indústrias no sul do Estado também já sofrem indiretamente com os impactos das chuvas. As indústrias cerâmicas da região pararam pela falta de fornecimento de gás natural por causa do rompimento de um dos dutos de distribuição na cidade de Gaspar. Estuda-se a possibilidade de férias coletivas no setor.

Comentários dos leitores
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
carmem santos (16) 22/11/2009 11h17
eu como brasileira, agora com vergonha de ser,quero fazer uma critica a esse lula que air estar querendo aterrorisar nosso pais fazendo e pior trazendo esse presidente do irã pra car..o que ele quer com isso ?será possivel que esse luda não vai para de apoiar esse tipo de pessas terroristas,que mata as pessoas sem dor nem piedade,seria bom se com ele vinhece um homem bomba e quando entrase no planalto acionace o relogio quando tivese todos junto...para de apoiar bandido vai apoiar seu pove que estar morrendo afogado,nas balas perdidas,na secas do nordeste....e vc. só quer aparecer pra esse cara.....se liga cara...o brasil é de paz. sem opinião
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Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
Rodrigo França (1) 10/09/2009 23h45
SC foi atingida pelas chuvas no segundo ano em regiões distintas e na mesma época, no outono. Em 2008 foram Itajaí e Blumenau e agora, região do extremo-oeste.
A maior dificuldade está em reconstruir a estrutura como, energia para hospitais, agroindústrias e saúde sanitária nas cidades afetadas.
Além dos subsídios e contribuições, a prevenção releva a atenção em abastecer almoxarifados com materiais, geradores, vacinas e recursos nessas regiões.
O prejuízo nas indústrias, estradas e porto de Itajaí, produção agrícola, reflete na economia do turismo em Florianópolis, Balneário Camboriú e Porto Belo, região onde se concentram a praias visitadas no verão.
A BR 101 está quase toda duplicada, verão a economia do litoral aquece como o clima.
sem opinião
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fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
fernando carlos (1) 13/01/2009 15h20
Santa CAtarina virou uma calamidade, os entes públicos deixaram a desejar, faltou é criatividade, no meio de tanta desgraça, teriam eles que motivar os turistas. 4 opiniões
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