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Dinheiro
01/12/2008 - 19h24

Tesouro dos EUA estuda novos planos de ajuda à economia

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da France Presse, em Washington

O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, reiterou nesta segunda-feira que a atual crise financeira é muito forte para ser resolvida de uma só vez e que sua equipe estuda novos planos de ajuda à economia para complementar os já existentes.

"Trabalhamos ativamente para preparar programas adicionais para reforçar nosso sistema financeiro com o objetivo de que o crédito irrigue a economia novamente", disse ele, em discurso em Washington.

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"Quando esses programas estiverem prontos, falaremos com o Congresso e com o próximo governo", acrescentou Paulson, que deve deixar o cargo depois de 20 de janeiro, dia da posse do presidente eleito Barack Obama.

Em outubro, Paulson obteve do Congresso autorização para usar US$ 700 bilhões no resgate do sistema financeiro. Dessa quantia, o Tesouro já aplicou US$ 330 bilhões na recapitalização de bancos do país, na ajuda à seguradora em crise AIG e no incentivo ao crédito ao consumo.

O Congresso deve aprovar a concessão da segunda metade dos fundos postos à disposição de Paulson.

Recessão

Segundo informou hoje o Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), a recessão na economia americana teve início em dezembro do ano passado. O Nber é um dos principais institutos de economia dos EUA e responsável por avaliar quando o país está oficialmente em recessão ou não e quando esta acabou.

"O comitê determinou que um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007. O pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão", informou em comunicado.

Segundo a nota, o período de expansão durou 73 meses. O período anterior de expansão, nos anos 90, durou 120 meses. Alguns analistas ainda dizem que o atual declínio na economia dos EUA vai persistir até meados de 2009 e será o mais severo desde a recessão no início dos anos 80, segundo a agência de notícias Associated Press.

Comentários dos leitores
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Marolinha
O povo brasileiro não sabe o poder que tem. Leio muitos comentários aqui passando a ideia de que nós estamos sofrendo com a crise, que é muito mais do que o presidente Lula falou, que estamos numa pior..enfim. Claro que estamos sendo afetados pela crise, quem não está? Mas essa crise é muito mais psicológica do qualquer outra coisa para nós. Podemos sair dele numa boa e estamos nos virando bem, quer queiram ou não! O povo brasileiro (de verdade) mudou após a era Lula. Esses sim são sinais claros de que devemos acreditar no Brasil. Não um bando de pessimistas que gostam de menosprezar o Brasil.
O que falta realmente é um povo unido para juntos combatermos a desigualdade social, melhoramos a educação e criarmos o alicerce para que este país seja um lugar melhor para se viver. Parem de criticar e apresentem soluções!!!!
sem opinião
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M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
Ontem ouvi no rádio um jornalista que fala sobre o mundo automotivo dizer que não houve tsunami e nem marola por que o brasileiro continua comprando carros. Ora, um habito comum ao brasileiro é a ostentação, para isso muitos se endivida para adquirir bens que não são compatíveis com seu nível de vida. Esse fenômeno podemos observar principalmente com três bens de consumo:
-Roupas e calçados: O sujeito ganha mil e quinhentos reais, mas ele tem um tênis que custa seiscentos reais.
-Celular: A pessoa economiza até em sua alimentação, mas tem um smartfone.
-Carro: O sujeito se endivida por oito anos para comprar um carro (em 2007 o aumento de financiamentos de veículos aumentou 43,5% e desde então tem crescido a cada ano) e muitas vezes não tem dinheiro para mantê-lo ou para pagar pelo financiamento, o que causa o aumento do número de recuperações de veículos por financeiras (observado desde o ano passado).
Em suma, o jornalista fez uma afirmação ignorando que a compra de carros é impulsionada pela capacidade de endividamento, ignorando as centenas de milhares de demissões (comprovadas pela redução de captação de impostos), o aumento da inadimplência (cheque especial e financiamento de veículos são os lideres). A disseminação desse tipo de convicção cega e impede que a população exija retidão e resultados do governo federal. É lamentável que um jornalista use as atribuições de sua função para disseminar sua opinião ignorando os fatos.
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Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Condenado a 150 anos e cobertura confiscada.
Um belo exemplo de, liberdade enquanto conseguiu esconder e punição quando foi descoberto.
Acho que precisamos, aqui no Brasil, exercitar mais os atos de punição.
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