Vendas da Ford nos EUA despencam 30% em novembro
da Folha Online
As vendas da Ford nos Estados Unidos caíram 30,6% no mês de novembro, informou hoje a companhia, que atravessa a crise financeira mais grave de sua história.
A Ford informou que, apesar da forte queda, sua participação de mercado aumentou em relação ao mesmo período do ano passado, devido, sobretudo, às vendas fracas das demais montadoras.
Hoje a empresa apresentou ao Congresso americano um plano detalhado para seu resgate financeiro em longo prazo, que inclui um investimento de US$ 14 bilhões em alta tecnologia nos próximos sete anos. O executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, disse que a empresa vai acelerar o desenvolvimento de veículos híbridos (funcionam com gasolina e eletricidade) e elétricos e que vai reduzir seu salário para US$ 1 por ano se a Ford vier a utilizar dinheiro público.
"Para a Ford, os empréstimos do governo serviriam como uma salvaguarda, ou apoio crítico, contra condições deterioradas", disse Mulally. "Embora tenhamos muito trabalho à nossa frente, a Ford não esperou o desenrolar da crise para começar seus esforços de reestruturação, mas já começou uma reforma fundamental", diz o texto da Ford para o Congresso.
No terceiro trimestre deste ano, a Ford teve um prejuízo de US$ 129 milhões; além disso, a empresa informou que reduzirá 10% das despesas de pessoal de escritório na América do Norte.
Ford, General Motors e Chrysler tentam obter junto ao Congresso US$ 25 bilhões em empréstimos a baixo custo para se recuperarem das quedas nas vendas vistas nos últimos meses. No último dia 21, por exemplo, a GM informou que fechará sua instalação de fabricação de caminhonetes no Canadá três meses antes do antecipado, devido à drástica queda nas vendas.
No início do mês passado, a empresa apresentou uma queda de 30% (para 132.248 veículos leves) em suas vendas em outubro. Outras montadoras nos EUA tiveram quedas de vendas: a japonesa Toyota registrou um declínio de 23% (foram 152.101 unidades de veículos leves) em relação ao mesmo mês de 2007. As vendas da Chrysler, por sua vez, recuaram 24,5%, da Mercedes, 34,3%, e da Porsche, 50,1%.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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