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Dinheiro
02/12/2008 - 15h47

Vendas da Ford nos EUA despencam 30% em novembro

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da Folha Online

As vendas da Ford nos Estados Unidos caíram 30,6% no mês de novembro, informou hoje a companhia, que atravessa a crise financeira mais grave de sua história.

A Ford informou que, apesar da forte queda, sua participação de mercado aumentou em relação ao mesmo período do ano passado, devido, sobretudo, às vendas fracas das demais montadoras.

Hoje a empresa apresentou ao Congresso americano um plano detalhado para seu resgate financeiro em longo prazo, que inclui um investimento de US$ 14 bilhões em alta tecnologia nos próximos sete anos. O executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, disse que a empresa vai acelerar o desenvolvimento de veículos híbridos (funcionam com gasolina e eletricidade) e elétricos e que vai reduzir seu salário para US$ 1 por ano se a Ford vier a utilizar dinheiro público.

"Para a Ford, os empréstimos do governo serviriam como uma salvaguarda, ou apoio crítico, contra condições deterioradas", disse Mulally. "Embora tenhamos muito trabalho à nossa frente, a Ford não esperou o desenrolar da crise para começar seus esforços de reestruturação, mas já começou uma reforma fundamental", diz o texto da Ford para o Congresso.

No terceiro trimestre deste ano, a Ford teve um prejuízo de US$ 129 milhões; além disso, a empresa informou que reduzirá 10% das despesas de pessoal de escritório na América do Norte.

Ford, General Motors e Chrysler tentam obter junto ao Congresso US$ 25 bilhões em empréstimos a baixo custo para se recuperarem das quedas nas vendas vistas nos últimos meses. No último dia 21, por exemplo, a GM informou que fechará sua instalação de fabricação de caminhonetes no Canadá três meses antes do antecipado, devido à drástica queda nas vendas.

No início do mês passado, a empresa apresentou uma queda de 30% (para 132.248 veículos leves) em suas vendas em outubro. Outras montadoras nos EUA tiveram quedas de vendas: a japonesa Toyota registrou um declínio de 23% (foram 152.101 unidades de veículos leves) em relação ao mesmo mês de 2007. As vendas da Chrysler, por sua vez, recuaram 24,5%, da Mercedes, 34,3%, e da Porsche, 50,1%.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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