Azul quer iniciar venda de passagens na próxima semana e voar no dia 15
CIRILO JUNIOR
da Folha Online
A Azul Linhas Aéreas pretende iniciar as vendas de passagens na próxima semana, logo que receber autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A expectativa da empresa é que o primeiro vôo comercial decole no dia 15.
A companhia aérea definiu duas rotas para começar a operar, entre Campinas (SP) e Salvador (BA) e entre Campinas e Porto Alegre (RS). A empresa fez nesta terça-feira o vôo inaugural no país, sobrevoando Campinas e Rio.
Os preços das passagens ainda não foram divulgados, mas o presidente da companhia, Pedro Janot, disse que a tarifa entre Campinas e Salvador ficará em torno de R$ 260. Ele disse que o objetivo é oferecer passagens 70% mais baratas que a tarifa mais cara da concorrência para determinada rota.
"Aumentar a concorrência será bom para o mercado e para a sociedade. O país precisa de competição", afirmou Janot, lembrando que empresas concorrentes como a Gol já estão reduzindo tarifas nas rotas que a Azul vai operar.
As passagens serão vendidas na internet e em pontos comerciais, e poderão ser parceladas em até seis vezes.
A nova companhia começará a operar com duas aeronaves, e iniciará 2009 com outras três em atividade. Em janeiro, estão previstos vôos entre Campinas e Vitória (ES) e Campinas e Curitiba (PR). Os cinco aviões serão o modelo Embraer 190, com configuração de quatro poltronas por fileira, ao contrário das seis habituais usadas em aeronaves de maior porte.
No final de 2009, a previsão é que 16 aviões estejam operando. Ao todo, a companhia já encomendou 36 aeronaves e tem opção de compra de mais 40. A Azul fechará 2008 com cerca de 900 funcionários, e projeta ter entre 5.000 e 6.000 empregados em 2013.
Crise
Sobre o fato de começar a operar em um momento de crise na economia mundial, Pedro Janot avaliou que existe o lado positivo e o negativo.
"As companhias organizadas tendem a se fortalecer. Mas ao mesmo tempo, o fato de haver uma crise poderá retrair o consumo", observou.
Janot prevê, para o mercado como um todo, um primeiro semestre de 2009 mais difícil, que vai espelhar o piso no freio que muitas empresas têm feito a partir do agravamento da crise.
Santos Dumont
Sobre a polêmica de operar novos vôos no aeroporto Santos Dumont, no Rio, o executivo disse que a decisão caberá à Anac, que iniciou consulta pública sobre a questão.
O governo do Rio já se posicionou contra, e defende que o aeroporto tenha apenas vôos da Ponte Aérea Rio-São Paulo e pequenos deslocamentos no Estado, mantendo no Galeão os principais vôos regionais. A Azul quer que o aeroporto, situado na região central do Rio, abrigue linhas regionais.
"O Santos Dumont é complementar à malha do Galeão. Não tem que se ser concorrente. Queremos dar a opção de novos vôos, diretos e com freqüência", completou.
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O povo brasileiro não sabe o poder que tem. Leio muitos comentários aqui passando a ideia de que nós estamos sofrendo com a crise, que é muito mais do que o presidente Lula falou, que estamos numa pior..enfim. Claro que estamos sendo afetados pela crise, quem não está? Mas essa crise é muito mais psicológica do qualquer outra coisa para nós. Podemos sair dele numa boa e estamos nos virando bem, quer queiram ou não! O povo brasileiro (de verdade) mudou após a era Lula. Esses sim são sinais claros de que devemos acreditar no Brasil. Não um bando de pessimistas que gostam de menosprezar o Brasil.
O que falta realmente é um povo unido para juntos combatermos a desigualdade social, melhoramos a educação e criarmos o alicerce para que este país seja um lugar melhor para se viver. Parem de criticar e apresentem soluções!!!!
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-Roupas e calçados: O sujeito ganha mil e quinhentos reais, mas ele tem um tênis que custa seiscentos reais.
-Celular: A pessoa economiza até em sua alimentação, mas tem um smartfone.
-Carro: O sujeito se endivida por oito anos para comprar um carro (em 2007 o aumento de financiamentos de veículos aumentou 43,5% e desde então tem crescido a cada ano) e muitas vezes não tem dinheiro para mantê-lo ou para pagar pelo financiamento, o que causa o aumento do número de recuperações de veículos por financeiras (observado desde o ano passado).
Em suma, o jornalista fez uma afirmação ignorando que a compra de carros é impulsionada pela capacidade de endividamento, ignorando as centenas de milhares de demissões (comprovadas pela redução de captação de impostos), o aumento da inadimplência (cheque especial e financiamento de veículos são os lideres). A disseminação desse tipo de convicção cega e impede que a população exija retidão e resultados do governo federal. É lamentável que um jornalista use as atribuições de sua função para disseminar sua opinião ignorando os fatos.
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Um belo exemplo de, liberdade enquanto conseguiu esconder e punição quando foi descoberto.
Acho que precisamos, aqui no Brasil, exercitar mais os atos de punição.
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