Preço do petróleo recua quase 5% em Nova York
da Folha Online
O preço do petróleo no mercado nova-iorquino recuou quase 5% nesta terça-feira, puxado pelos novos dados que demonstram redução da atividade econômica nos Estados Unidos, Europa e Ásia, além da manutenção da produção por parte dos países-membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Na Nymex (New York Mercantile Exchange), os contratos para janeiro do petróleo leve tipo WTI, os de referência nos Estados Unidos, fecharam hoje com uma queda de 4,7%, cotados a US$ 46,96 o barril, seu menor preço desde 20 de maio de 2005. No acumulado dos dois últimos dias, a cotação já recuou 13,7%.
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Segundo analistas, a desaceleração da economia nos Estados Unidos, na Europa e na China, somada à decisão da Opep de manter sua produção, foi a principal causa da queda do petróleo e dos combustíveis nesta terça-feira.
"Os mercados temem que a economia enfrente dificuldades muito profundas e o petróleo segue a tendência", explicou Adam Sieminski, do Deutsche Bank.
Os investidores continuaram repercutiram hoje anúncio feito ontem pela Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), de que os EUA se encontram em recessão desde dezembro do ano passado.
O comitê de pesquisa do Nber determinou que um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007. "O pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão", informou a instituição em um comunicado ontem. Segundo o centro de pesquisa, o período de expansão durou 73 meses, enquanto o período anterior de expansão, nos anos 90, durou 120 meses.
Uma recessão nos Estados Unidos impacta diretamente no preço do petróleo porque o país é o principal consumidor mundial da commodity.
Diante dessa situação, a Opep se reuniu no final de semana para discutir se seria válido reduzir a sua produção, o que poderia ajudar na recuperação dos preços. Porém, o cartel preferiu manter os atuais níveis, embora tenha dado sinais de que pode mudar de opinião até a próxima reunião, que ocorrerá na próxima semana na Argélia.
Com agências internacionais
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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