GM pede US$ 18 bi a governo dos EUA e propõe reestruturação
da Folha Online
A General Motors (GM) apresentou nesta terça-feira ao Congresso americano um plano de reestruturação e viabilidade a longo prazo, no qual solicita um empréstimo de US$ 12 bilhões, segundo a companhia necessário para manter sua liquidez.
Além do "empréstimo ponte", a GM também solicita uma linha de crédito de US$ 6 bilhões para ter suficiente liquidez caso piorem as condições atuais. O plano da GM inclui ainda a redução de funcionários, de marcas e de instalações para 2012. A previsão é que até 31,5 mil funcionários sejam demitidos na América do Norte até 2012.
No plano entregue no prazo fixado pelo Congresso, a montadora se compromete a uma maior produção de veículos de menor consumo e mais eficientes, uma redução dos salários e da compensação dos executivos, uma reestruturação de seu capital e uma maior consolidação de suas operações.
Segundo a empresa, o plano, contido em um documento de 37 páginas, fará da GM uma empresa "mais eficiente, mais competitiva, que seja mais rentável e auto-suficiente".
Entre outros elementos, o plano prevê um empréstimo de até US$ 12 bilhões, entregues em três partes, com o objetivo de melhorar a liquidez da GM nos próximos 12 meses. Segundo a imprensa americana, os US$ 12 bilhões são apenas para evitar um calote nos credores em 2009.
"Com a ajuda federal, a GM investirá significativamente na reinvenção do automóvel, com uma ênfase especial em combustíveis eficientes, independência energética e redução dos gases do efeito estufa", explicou a empresa.
A General Motors também analisa o futuro de suas marcas Saab e Saturn, segundo o plano de reestruturação.
Chrysler e Ford
A Chrysler também solicitou ao Congresso hoje um empréstimo de US$ 7 bilhões para fazer frente à crise de liquidez. "Estamos tentando preservar nosso estilo de vida e nossos trabalhos", disse o presidente da Chrysler, Jim Press, em Baltimore, de onde os EUA exportam 150 mil veículos da Chrysler a cada ano.
A Ford Motor, por sua vez, apresentou um plano para seu resgate financeiro em longo prazo, que inclui um investimento de US$ 14 bilhões em alta tecnologia nos próximos sete anos. A montadora também informou nesta terça-feira queda de 30,6% das vendas no mês de novembro.
A presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse nesta terça-feira que a quebra das montadoras de automóveis "não é uma opção" e que uma linha de crédito a curto prazo é "um modo apropriado de proceder".
"Eu creio que uma intervenção [em favor da Ford, da GM e da Chrysler] vai encontrar respaldo, seja por parte do governo ou por via legislativa", afirmou Pelosi.
"Acredito que está claro que é uma necessidade, não uma opção. O que este plano permite em um ano, nós podemos conseguir em algumas semanas e, por isso, a forma de proceder é uma linha de crédito de curto prazo", disse.
Com Efe e France Presse
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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