Dinheiro
04/12/2008 - 11h31

Com crise, AT&T anuncia corte de 12 mil funcionários

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da Folha Online

A companhia americana do setor de telecomunicações AT&T informou nesta quinta-feira que irá cortar 12 mil empregos, cerca de 4% de sua força de trabalho, devido aos efeitos da crise financeira global.

Segundo a empresa, os cortes devem ocorrer a partir deste mês e continuar ao longo de 2009. A expectativa da AT&T é que o resultado do quarto trimestre seja atingido por encargos relativos a tais cortes no valor de US$ 600 milhões.

Desde janeiro o mercado de trabalho americano vem perdendo vagas. O Departamento do Trabalho registrou fechamento de postos de trabalho no país em todos os meses deste ano até outubro; amanhã, deve divulgar os dados sobre emprego referentes a novembro. As estimativas são de um corte de 325 mil empregos, com uma taxa de desemprego em 6,8%.

Em outubro, o país perdeu 240 mil empregos e a taxa de desemprego 'ficou em 6,5%, a maior dos dois mandatos do presidente americano, George W. Bush, até o momento.

Ontem, a consultoria Challenger Gray & Christmas informou que os anúncios de cortes de empregos no país no mês passado atingiram 181.671 vagas, um aumento de 61% em relação a outubro e de 148% em relação a novembro de 2007.

O número de anúncios do mês passado ficou logo atrás do recorde de 248.475 anunciados em janeiro de 2002, quando a economia americana ainda sentia o impacto dos atentados do 11 de Setembro sobre a economia.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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