Dinheiro
04/12/2008 - 16h48

DuPont anuncia demissão de 2.500 funcionários

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da Efe, em Nova York

A companhia química americana DuPont anunciou nesta quinta-feira o corte de aproximadamente 2.500 empregos, que afetarão especialmente as divisões relacionadas ao setor automobilístico e à construção.

A companhia prevê uma economia extraordinária de US$ 500 milhões --sem contar impostos-- no quarto trimestre associada a esse corte na folha de pagamento.

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Um intenso declínio nas vendas dos setores de construção e automobilístico em nível mundial, além da queda na despesa dos consumidores, teve como conseqüência uma queda da produção industrial --que se intensificou, então, com uma redução de reservas nas empresas.

"Estas condições precipitaram um agudo declínio na demanda durante o quarto trimestre", assinalou a companhia em comunicado de imprensa.

Com o corte de elenco e outras medidas de reestruturação, a empresa prevê reduzir seus custos em cerca de US$ 130 milhões em 2009.

A DuPont espera anotar uma perda entre US$ 0,20 e US$ 0,30 por ação no quarto trimestre e prevê que sua receita por vendas nesse período será 15% inferior à do quarto trimestre de 2007.

Para o exercício anual de 2009, a companhia espera um ganho entre US$ 2,25 e US$ 2,75 por título, com a perspectiva de que a recessão mundial atual siga nesse ano.

Comentários dos leitores
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
lula ja que voce e o rei da cocada preta pois o brasil nos eixo lucrativo da economia com sua equipe de petista,mande uma equipe a altura para a venezuela por sua contas em ordem com um pouco do dinheiro do pre sal junto com o pac o bolsa familia e mais delubio,joão paulo cunha ,tarso genro,ze dirceu e waldomiro diniz,duda mendonça pra arrumar a imagem do hugo perante a população e a america latina,marcos valerio para assumir os bancos tomados na mão grande e a cara dele o palocci como o el ministro,genoino se o sr. quiser ir vai tambem depois das eleições de 2010 sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Na década de 90 existiam em torno de 13 trilhões de dólares, recursos especulativos que viajavam para lá e para cá, surrupiando as economias emergentes e subdesenvovidas, ninguém fez nada. Como pombas de arribação que baixam sobre uma plantação deixando o rastro de destruição. Ninguém conteve essa fúria, agora explodiu nos EUAs e em Dubai, continua sem receeber as devidas punições seus donos. Quando será então que os povos passarão o fino da espada para ceifar de vez esse agentes criminosos, livres e protegidos. A organização do Estado jamais fará isso. Somente o povo é capaz de passar a limpo tudo isso, para isso precisa se achar capaz e não temer os custos cruentos da decisão. sem opinião
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O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
A única coisa que não está em recessão na Venezuela, é a imensa boca do Chávez...
Que fala, fala, fala e não diz nada.
A intensa perseguição á iniciativa privada, com a estatização de empresas via decreto, estão acabando com a precária economia do país.
O fechamento de dois bancos agora, é só a cerejinha que faltava...
É isso aí Chávez, se tinha alguém querendo embarcar na canoa furada do bolivarianismo falido, com esta quebradeira toda, até a cumpanherada saí correndo...
sem opinião
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