Barril do petróleo fecha abaixo dos US$ 44 em NY
da France Presse, em Nova York
Os preços do petróleo fecharam abaixo de US$ 44 o barril nesta quinta-feira em Nova York, retomando os níveis de janeiro de 2005. As negociações ocorrem em meio aos temores de uma redução prolongada da demanda devido à crise econômica.
Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril do petróleo cru para entrega em janeiro fechou em US$ 43,67, queda de 6,67% (US$ 3,12 menos) em relação ao fechamento de quarta-feira.
Em Londres, o barril do Brent do Mar do Norte para entrega em janeiro fechou em US$ 42,28, recuando US$ 3,16 em relação ao fechamento de ontem.
Desde o recorde de US$ 147, atingido em 11 de julho, o barril de petróleo já perdeu mais de US$ 100.
"O mercado está preocupado, tanto com a economia americana como com a economia mundial", comentou Antoine Halff, do Newedge Group.
Segundo Mike Fitzpatrick, da MF Global, agora, o mercado está começando a se preocupar também com o crescimento chinês.
"No entanto, o secretário chinês do Comércio, Chen Deming, disse confiar em que a China mantenha um crescimento de 7% a 8% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2009, se não houver mudanças na economia mundial", observou.
A tendência de baixa também é acentuada pelas preocupações do mercado quanto à capacidade da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) de se manter unida, conforme o analista independente Ellis Eckland.
O mercado aguarda a próxima reunião do cartel, prevista para 17 de dezembro na Argélia, durante a qual deve ser anunciado corte da produção.
"Está claro que a Opep vai reduzir sua produção. Porém, até que o mercado constate esta redução, os investidores vão seguir apostando na queda", explicou o analista.
Leia mais
- Lula diz que empréstimo à Petrobras tira dinheiro de pequenas empresas
- Petrobras descarta atrelar investimentos à variação do petróleo
- Preços dos combustíveis podem ter "acomodação para baixo", diz Dilma
Leia mais
- Montadoras têm 300 mil veículos e R$ 12 bi parados nos pátios
- Casas Bahia nega crise, mas lucro da rede cai 50%
- Lula diz que momento econômico atual não é para desespero
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre preço do petróleo
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
Livraria


avalie fechar
Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
avalie fechar
EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
avalie fechar