EUA eliminam 533 mil postos de trabalho em novembro; desemprego vai a 6,7%
da Folha Online
Atualizado às 12h39.
A economia dos EUA eliminou 533 mil empregos no mês de novembro, chegando assim a 11 meses consecutivos de fechamentos de postos de trabalho no país, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho. O corte de empregos no mês passado foi o maior desde dezembro de 1974 --quando os EUA estavam em meio a uma recessão--, quando a economia perdeu 602 mil postos de trabalho.
A taxa de desemprego, por sua vez, subiu e chegou a 6,7%, a mais alta das duas administrações do presidente americano, George W. Bush.
O total de desempregados nos EUA já atingiu 10,3 milhões, sendo que 2,2 milhões estão sem emprego há mais de 27 semanas.
Ainda de acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de pessoas desempregadas aumentou em 2,7 milhões.
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Além disso, o departamento revisou para cima o dado de outubro, que ficou em uma perda de 320 mil (contra o dado inicial, de 240 mil), e o dado de setembro, que passou para 403 mil (contra 284 mil na leitura preliminar).
O dado de novembro ficou muito acima do previsto por analistas e investidores, que previam uma perda de 330 mil empregos.
Os números apenas reforçam a situação de recessão em que os EUA se encontram desde dezembro do ano passado, segundo o Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês).
Segundo o instituto, um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007; esse pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão.
O corte de vagas no país atingiu diversos setores, entre eles os de manufaturas, construção, empresas financeiras, varejistas, lazer e hospedagem. Os setores de serviços de saúde e educação e o governo foram os únicos que abriram vagas no mês passado, segundo o departamento.
A taxa de desemprego, mesmo alta como ficou, está abaixo do esperado pelos analistas, que previam uma taxa de 6,8%.
Contração
Na semana passada, o Departamento de Comércio informou que a economia dos EUA teve uma contração de 0,5% no terceiro trimestre deste ano, maior que a de 0,3% anunciada no fim de outubro, segundo dados revisados. As perspectivas para a economia americana no quarto trimestre são de uma nova contração.
Uma recessão, segundo o Nber, é um significativo declínio na atividade econômica difundido pela economia como um todo e que costuma durar mais que alguns poucos meses. Normalmente os efeitos de uma recessão são visíveis na produção, no mercado de trabalho, nos salários e em outros indicadores econômicos. Ela começa quando a economia atinge um pico do ciclo econômico e termina quando atinge o ponto mais baixo. Entre esse ponto e o pico, a economia registra expansão.
O Nber foi criado em 1920 e publicou seu primeiro boletim sobre ciclos econômicos em 1929. O centro não divulga, no entanto, estimativas sobre qual a duração de um período de recessão.
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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
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