Dinheiro
09/12/2008 - 17h44

Preços dos alimentos cairão 23% em 2009, diz Banco Mundial

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da Efe, em Washington

Os preços dos alimentos no mundo cairão 23% em 2009 frente à média registrada este ano e o barril de petróleo ficará em torno dos US$ 75, acima da sua atual cotação de US$ 43, informou hoje o Banco Mundial.

O Banco Mundial lembrou em seu relatório sobre perspectivas econômicas globais para 2009, publicado hoje, que o colapso do crescimento mundial reverteu o aumento registrado nos preços das matérias-primas durante a primeira metade deste ano com fortes quedas em todos os preços desde meados de julho.

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O organismo destacou que embora os preços reais dos alimentos e dos combustíveis tenham registrado uma considerável queda, ainda seguem altos frente aos níveis dos anos 90 e as repercussões sociais originadas por causa da escalada dos preços continuam.

Segundo o Banco Mundial, os elevados preços dos alimentos e dos combustíveis custaram aos consumidores nos países desenvolvidos cerca de US$ 680 bilhões em despesas extras em 2008 e deixaram entre 130 e 155 milhões de pessoas a mais vivendo na pobreza.

Além disso, o relatório afirmou que a atual crise financeira global com epicentro nos EUA esfriou, a curto prazo, as perspectivas dos países em desenvolvimento.

O estudo acrescentou que é provável que o volume de fluxos comerciais globais se reduza pela primeira vez desde 1982, com uma contração esperada de 2,1% em 2009.

Segundo o Banco Mundial, a economia global enfrenta agora um período de transição de uma longa fase de forte crescimento dirigida pelos países em desenvolvimento à outra de grande incerteza provocada pela crise financeira que atingiu os mercados a nível mundial.

O relatório prevê que o PIB (Produto Interno Bruto) global aumentará 2,5% em 2008 e 0,9% em 2009. Os países em desenvolvimento crescerão, segundo o banco, cerca de 4,5% no ano que vem, abaixo do crescimento de 7,9% em 2007.

A análise do Banco Mundial prevê também que o crescimento do investimento irá desacelerar em 2009 com um aumento previsto de 1,3% nos países desenvolvidos e de 3,5% nos países em desenvolvimento, contra os 13% em 2007.

Comentários dos leitores
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Muito alarido, pelo diretor da FAO. ele está fazendo o seu papel. Agora... previsão para 2050 (daqui 40 anos). Será que esse diretor ou os especialistas se lembram do que seria necessário fazer, em 1968 em relação à fome no mundo? Em 40 anos, quais países ainda serão emergentes? É realmente problema de vontade política e de se ensinar e dar condições de "pescar" e não de dar o peixe já frito a esse segmento faminto da sociedade. Soluções estão à mostra a todo momento e para todo mundo. Uma delas é a transferência de tecnologia. Com tanta boa vontade que notamos em nossos líderes mundiais, não seria difícil um consórcio onde se ensinaria e proveria de boa infra-estrutura, de forma eficiente e eficaz, o cultivo, a produção, consumo de alimentos, erradicando a fome no mundo. Medidas nesses moldes não são para 2040, 2050 e sim pra já. A FAO deveria atuar em idéias semelhantes, em reunir nações realmente empenhadas em ajudar o povo faminto desse planeta e não em fazer considerações do que esse ou aquele País deve fazer. sem opinião
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O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
"Países emergentes precisam dobrar produção de alimentos até 2050..."
Aqui no Brasil, podem esquecer.
Sem chance...
Ao menos se continuarem os atos de organizações tipo MST, que invadem, destroem e queimam lavouras, com nossas autoridades assistindo á tudo, imersas no mais profundo e nojento silêncio constrangedor, não vai ter produção suficiente não.
Estamos deixando de ser uma nação do agronegócio, e nos tornando uma republiqueta especializada no "agroterror"...
4 opiniões
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Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Os paises ricos são uma piada mesmo. Enquanto eles destroem a Terra, querem que os paises emergentes alimentem aqueles que os ricos destroem. Devem os emergentes ajudar os pobres sim... mas os ricos deveriam e vão morrer de fome um dia. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (59) 27/11/2009 10h08
Olmir Antonio de Oliveira (59) 27/11/2009 10h08
A Respeito da bolha de Dubai. Por diversas razões, informes do passado e históricos, é sabido quais bancos e de quais países estão mais espostos. O montante divulgado 59 b. e de outras estatais relacionadas seria mais 30 B.. Em sendo empresa estatal cabe varias resalvas, em especial eles fazendo parte de um conjunto de países coirmãos, que atuam em conjunto e ou são aliados em diversas negociações e decisões. È sabido o grande volume de investimentos que possuem no exterior, em especial no Usa, e em particular os bancos deles. È mais uma questão de relocar valores, transferir, mudar o foco, dar prioridades diante de ativos e investimentos detidos pelo estado como um todo. È de se considerar que eles construiram e estão construido uma extrutura gigantesca para participar do mercado de laser e turismo, mesmo sendo mais focado para usuarios do conjunto de paises do bloco deles, é coisa bastante interessante, e por certo este mesmo complexo pode despertar interesse de investidores "fundo", com visão de maior prazo. Mas a respeito de informes da comunidade dos produtores de petróleo é sabido que havia reinvindicações para preço do oleo igual ou superior a 85 U$, isto certamente recuperaria, no prazo da moratória boa parte do deficit deles, assim como auxiliaria outro país sul americano que esta muito dependente da venda de óleo, mas com administração fazendo gastos em armamentos, continuamente fazendo ataques verbais diversos, inclusive estatisando e desapropiando empresas ...... sem opinião
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Eduardo Giorgini (429) 27/11/2009 09h55
Eduardo Giorgini (429) 27/11/2009 09h55
Boa dia pessoal.
É positivo o otimismo que paira no ar, devido à Petrobrás, Lula-PT.
Mas vendo o estilo de vida dos políticos em Brasília, nepotismo e esquemas de corrupção, PT esta usando o método do "Pão e Circo" para domar a população, que isolados de Brasília, dão carta branca para o governo fazer o que quiser, alimentando a arrogancia dos políticos.
Isso não é bom, ao mer ver.
Povo continua pobre e sem educação, alienado com publicidades do governo.
De agora em diante, devido a uma oposição fraca e desarticulada, teremos PT por décadas e décadas.
[]s
Eduardo.
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Cassio Tavares (669) 27/11/2009 08h43
Cassio Tavares (669) 27/11/2009 08h43
Uma nova revista está para ser lançada na imprensa brasileira com o nome parecido com uma que já circula. Ah, o nome da revista : IN-VEJA. 5 opiniões
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