Moody's descarta recessão na América Latina em 2009
da Efe, em Nova York
A agência de classificação de riscos Moody's acredita que, em 2009, a América Latina enfrentará uma desaceleração econômica, dada a deterioração das condições da economia no mundo todo, mas não entrará em recessão.
"Por sorte, a América Latina está em uma situação macroeconômica muito melhor (do que outras regiões), o que a torna mais resistente aos choques externos", disse a agência em um relatório divulgado hoje, no qual prevê que a região crescerá a um ritmo de 2,8% em 2009.
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Os analistas da Moody's prevêem que, graças a esse cenário macroeconômico favorável, a região teve chances de se defender dos efeitos da crise financeira internacional e "muito provavelmente será capaz de evitar a recessão."
De acordo com a agência, por enquanto, o setor financeiro é o que mais sentiu o impacto da crise externa, devido, em parte, a uma maior aversão ao risco. Mas "houve muito pouca contaminação da economia real", acrescenta o relatório.
A Moody's disse ainda que, em 2008, a América Latina demonstrou uma "sólida resistência" ao impacto da crise internacional, e que, durante os três primeiros trimestres do ano, não foram percebidos maiores sinais de desaceleração econômica.
Argentina, Colômbia, México e Venezuela registraram, entre julho e setembro, uma diminuição mais acentuada da atividade do que outros países da região, dado o enfraquecimento da demanda externa e as restrições internas, que incluem uma política monetária restritiva.
No entanto, no Brasil, no Chile e no Peru, o crescimento em 2008 se acelerou em alguns casos e continuou forte em outros, em decorrência "da solidez dos mercados internos, que foram estimulados por medidas fiscais."
Sobre o setor financeiro latino-americano, os analistas concluíram que ele "não sofre do mesmo problema que os dos Estados Unidos e da Europa" sofrem.
"A relativa resistência demonstrada pelas instituições financeiras latino-americanas é resultado tanto de sua baixa exposição a ativos de risco como também dos melhores marcos regulatórios e de supervisão impostos pelos governos", diz o relatório.
A Moody's diz ainda que a região, em geral, enfrentou limitações de liquidez, mas não problemas de solvência, e que os países da região acumularam reservas internacionais suficientes para cobrir os desequilíbrios externos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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