Juros sobem pelo sétimo mês e são os mais altos desde 2005
da Folha Online
As taxas de juros para empresas e para o consumidor mantiveram a tendência de alta em novembro, subindo pelo sétimo mês consecutivo, informou nesta quinta-feira a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Com os aumentos no mês passado, as taxas para consumidores chegaram ao ponto mais alto desde novembro de 2005, enquanto para empresas são as maiores desde julho daquele ano.
Segundo pesquisa da Anefac, a taxa média para pessoa física apresentou uma elevação de 0,07 ponto percentual no mês, de 7,54% ao mês (139,24% ao ano) em outubro para 7,61% ao mês (141,12% ao ano) em novembro.
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Já para a pessoa jurídica, os juros tiveram uma elevação de 0,04 ponto percentual, de 4,43% ao mês (68,23% ao ano) em outubro para para 4,47% ao mês (69,00% ao ano) em novembro.
Desde setembro de 2005, o Banco Central reduziu os juros de 19,75% ao ano para 13,75% ao ano (seis pontos percentuais). Nesse período, a taxa para pessoa física se manteve estável, enquanto as das empresas subiu 0,77 ponto percentual. Segundo a entidade, com isso "fica evidente que não foram repassadas integralmente todas as quedas da taxa básica de juros."
A Anefac informou que os juros se elevaram essencialmente por causa do agravamento da crise financeira global. Segundo a entidade, a elevação dos juros futuros e o aumento dos spreads devido ao maior risco de inadimplência geral maiores juros, mesmo que a taxa básica de juros (Selic) tenha se mantido em 13,75% anuais na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central ocorrida naquele mês.
Entre as linhas de crédito ao consumidor, a que teve a maior alta em novembro foi o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) dos bancos --subiu 1,23%, para 3,29% ao mês (47,47% ao ano). A mais alta segue sendo a de empréstimo pessoal via financeiras, que subiu 0,69% e passou a ser de 11,7% ao mês (277,26% ao ano).
O cheque especial também teve uma alta expressiva em novembro, de 1,13%. Agora, a taxa mensal média neste tipo de crédito é de 8,02% ao mês, ou 152,88% ao ano.
Já nas linhas para pessoas jurídicas, a maior alta foi a da conta garantida --espécie de cheque especial para empresas. Ela subiu em média 1,23% no mês passado, passando para 5,75% ao mês (95,6% ao ano).
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O governo anterior entregou a economia assim :
1 - Inflação - 11,98%. Hoje - 4,35%
2 - Taxa Selic - 25,2% Hoje - 8,75%
3 - Dívida pública mobiliária - 57,6% Hoje - 44,1%
4 - Dívida externa : 223 bilhões de dólares e 18 bilhões em caixa, emprestados pelo FMI.
Dívida externa hoje : 193 bilhões de dólares e 233 bilhões em caixa. Ou seja, não devemos mais nada aos bancos internacionais e ao FMI.
Essas são apenas algumas das verdades IRREFUTÁVEIS, queiram ou não.
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