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Dinheiro
11/12/2008 - 15h03

Venda de carros importados caem 43% em novembro, diz Abeiva

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colaboração para a Folha Online

As vendas de veículos importados no país registrou queda de 43,6% em novembro na comparação com outubro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pela Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores).

Segundo a entidade, no mês passado foram emplacadas 1.824 unidades, contra 3.236 veículos vendidos aos consumidores finais em outubro.

Apesar da variação mensal negativa, a Abeiva informa que o resultado de novembro deste ano ainda é 33,2% maior que o constatado no mesmo mês do ano passado, quando foram comercializados 1.369 veículos. Os dados representam as vendas das marcas associadas à Abeiva: BMW, Chana, CN Auto, Chrysler, Dodge, Effa Motors, Ferrari, Jeep, Kia Motors, Maserati, Pagani, Porsche, SsangYong e Suzuki.

Nos 11 primeiros meses de 2008, a comercialização de carros importados atingiu 28.026 unidades, um resultado 203,4% maior que o mesmo período do ano passado, quando foram emplacados 9.237 veículos. A previsão da entidade é que o setor feche o ano com acréscimo de 175% sobre as vendas de 2007.

No atacado, as vendas de importados tiveram uma queda menor (21,7%) com a comercialização de 2.046 unidades em novembro, contra 2.616 carros em outubro de 2008. Na comparação com o mesmo mês de 2007, novembro deste ano fechou positivo em 12,4%.

"As nossas associadas estão se esforçando ao máximo para que os importadores oficiais cheguem às vendas totais em 2008, no atacado, em 32 mil unidades, como havíamos anunciado no início do segundo semestre. Para isso, todas as associadas estão mantendo seus preços inalterados", disse o presidente da Abeiva, Jörg Henning Dornbusch.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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