Correção da tabela do IR é mais eficaz que novas alíquotas, dizem especialistas
FERNANDO ANTUNES
colaboração para a Folha Online
Atualizado às 18h15.
A correção da tabela do Imposto de Renda além dos 4,5% já previstos teria um efeito prático no bolso do contribuinte maior que a criação de novas alíquotas, afirmam especialistas ouvidos pela Folha Online. O governo anunciou no fim da tarde desta quinta-feira a criação de duas novas faixas contribuição --7,5% e 22,5%-- mantendo as atuais alíquotas de 15% e 27,5%.
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"A correção da tabela tem efeito maior que a criação de novas alíquotas. O efeito para o contribuinte seria maior", afirmou o advogado e economista Samil Choaib.
Choaib afirmou que as últimas correções da tabela do IR feita pelo governo ficaram sempre abaixo dos índices de inflação --o que na prática, segundo ele, significa aumento da carga tributária.
Para o professor financeiro Mauro Calil, a decisão do governo em mudar as alíquotas vai injetar recursos na economia. Porém, ele enaltece a necessidade de uma correção maior na tabela de IR. "[A correção] deveria acompanhar, pelo menos, o índice oficial de inflação do governo".
Atualmente, todo cidadão que tem recursos mensais acima de R$ 1.372,81 paga IR pela alíquota de 15%. Para aqueles que recebem acima de R$ 2.743,25, a faixa de contribuição sobe para 27,5%.
Para Choaib, a decisão do governo em criar as novas taxas vai beneficiar principalmente as pessoas que ganham menos. "Essa mudança vai melhorar, basicamente, a classe média brasileira. A clara idéia do governo com a medida é estimular o consumo das famílias".
Segundo Calil, as mudanças no IR terá um efeito similar ao causado com a extinção da CPMF no fim do ano passado. "O trabalhador vai sentir essa medida no próximo holerite --assim que entrar em vigor. Tem gente que vai achar que o salário aumentou, mas na verdade o imposto é que foi reduzido".
No pacote para estimular a economia, o governo irá reduzir também o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o IPI (Imposto de Produtos Industrializados).
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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