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Dinheiro
11/12/2008 - 17h39

Novas alíquotas do IR atingem todos os trabalhadores, com exceção de isentos

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EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília

As duas novas alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física, de 7,5% e 22,5%, vão garantir a redução do tributo para todos os trabalhadores, independentemente do valor do salário, com exceção daqueles que já são isentos. A mudança, anunciada nesta quinta-feira pelo governo, faz parte do pacote de medidas para amenizar a repercussão da crise financeira mundial no Brasil.

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"Estamos reduzindo o Imposto de Renda para pessoa física. O custo fiscal será de R$ 4,9 bilhões a menos de arrecadação, que serão injetados na economia como consumo. O contribuinte vai pagar menos e poderá usar isso para consumo", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda).

As novas alíquotas

O valor da isenção continua sendo de R$ 1.434,59 (valor da tabela do IR para 2009, já corrigido em 4.5% em relação a 2008).

Já os valores entre R$ 1.434,60 e R$ 2.866,70 seriam tributados em 15% no próximo ano. Com a mudança, no entanto, o imposto será de 7,5% para a faixa entre R$ 1.434,60 e R$ 2.150; e 15% para os valores entre R$ 2.150 e R$ 2.866,70.

A parte do salário tributada em 27,5% também será menor. Pela regra atual, tudo o que ultrapassasse R$ 2.866,70 pagaria esse percentual de imposto em 2009. Agora, os valores de R$ 2.866,70 a R$ 3.582 serão descontados em 22,5%. Apenas o que superar esse teto continua na tributação de 27,5%.

A mudança entre em vigor a partir de janeiro de 2009 e virá na forma de uma medida provisória.

Arte Folha
Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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