BC vai usar mais de US$ 10 bi das reservas para ajudar empresa com dívida no exterior
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
O CMN (Conselho Monetário Nacional) vai ampliar as alternativas de aplicação das reservas internacionais do Brasil. O Banco Central ficará autorizado a disponibilizar parte desse dinheiro, por meio dos bancos, para as empresas brasileiras que precisem rolar financiamentos feitos no exterior. O governo estima gastar mais de US$ 10 bilhões das reservas, que hoje estão acima de US$ 200 bilhões.
A mudança, anunciada hoje pelo governo, faz parte do pacote de medidas para amenizar a repercussão da crise financeira mundial no Brasil. O objetivo do governo com a medida é reduzir a falta de crédito no país e diminuir a pressão por dólares.
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"Deixa-se de pressionar o mercado de crédito em reais e aumenta também a disponibilidade de dólares no mercado cambial brasileiro", disse o presidente do BC, Henrique Meirelles.
Os valores serão limitados a 125% do total de vencimentos de empréstimos externos no último trimestre de 2008 e em todo o ano de 2009 (cinco trimestres) para cada empresa.
"Haverá uma resolução do CMN (Conselho Monetário Nacional) que vai ampliar as alternativas de aplicação das reservas internacionais do Brasil. Autorizará o BC a disponibilizar recursos das reservas por meio do sistema financeiro destinado às empresas brasileiras que tenham financiamento externo", disse Meirelles.
Os empréstimos serão feitos por meio de instituições financeiras que vão repassar esses recursos para as empresas, dentro das regras implantadas pela MP 442, que já foi aprovada pelo Congresso. A medida só vale para vencimento de empréstimos ou amortizações que acontecem no ano de 2009.
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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