GM anuncia paralisação de 30% de suas operações na América do Norte
da France Presse, em Detroit
Atualizado às 16h32.
A General Motors informou nesta sexta-feira que irá paralisar 30% de sua produção na América do Norte, "como reação à rápida deterioração das condições do mercado".
A montadora, que luta contra a quebra --e para isso foi a Washington pedir a aprovação de um pacote de ajuda ao setor automotivo--, explicou que sua decisão se deve à queda de 26% nas vendas mundiais de automóveis registrada em novembro. A GM, sozinha, amargou uma queda de 41%.
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"O impacto dessa e de outras ações anunciadas recentemente para ajustar a produção à demanda do mercado resultarão na paralisação temporária de aproximadamente 30% do volume de produção da GM na América do Norte no primeiro trimestre de 2009, o que significará 250 mil unidades a menos neste período", indicou a GM em um comunicado.
"A deterioração do mercado americano de automóveis atingiu velocidade e gravidade sem precedentes nas últimas semanas, em meio à reação dos consumidores ao colapso dos mercados financeiros e à decorrente falta de crédito para o financiamento de veículos", acrescentou.
Pacote de ajuda
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos informou nesta sexta-feira que está preparado para resgatar a indústria automobilística e evitar quebras, depois que o plano de ajuda que a Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) aprovou nesta semana foi rejeitado ontem no Senado.
"Dado que o Congresso não atuou, estamos prontos para impedir uma queda imediata até que o Parlamento inicie seu novo período [de sessões] e atue para se ocupar da viabilidade da indústria a longo prazo", disse a porta-voz do Tesouro, Brooklyn McLaughlin.
O departamento informou que intervirá com empréstimos destinados a General Motors, Ford e Chrysler até que o Congresso tenha tempo para considerar um plano de socorro de longo prazo, no próximo ano.
Também hoje, a Casa Branca sugeriu que pode lançar mão do plano de resgate de US$ 700 bilhões destinado inicialmente ao setor financeiro para ajudar às montadoras, algo que tinha sido negado até agora.
"Dada a condição atual de fragilidade da economia americana, vamos considerar outras opções se necessário --incluindo o uso do programa Tarp-- para evitar o colapso das montadoras com problemas", disse em um comunicado, a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino. "Um colapso desse setor teria um impacto severo sobre nossa economia e seria uma irresponsabilidade enfraquecer e desestabilizar ainda mais nossa economia neste momento".
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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