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Dinheiro
15/12/2008 - 08h49

Empresa financeira do Japão pode perder mais de US$ 300 mi com fraude nos EUA

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da Efe
da Folha Online

A maior casa de valores do Japão, Nomura Holdings, anunciou nesta segunda-feira que tem cerca de 27,5 bilhões de ienes (cerca de US$ 302,6 milhões) expostos à fraude da firma americana Bernard L. Madoff Investment Securities, segundo informa a agência local de notícias Kyodo.

Em comunicado, a firma japonesa disse que o impacto da exposição sobre seu capital financeiro é "limitado", mas não detalhou as perdas que poderia sofrer.

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A Nomura, que recentemente adquiriu partes do banco americano Lehman Brothers --que quebrou em setembro--, enfrenta perdas significativas em diversas operações e também aos custos de aquisição da firma americana.

Bernard Madoff, antigo presidente do conselho executivo do índice tecnológico Nasdaq da Bolsa de Valores de Nova York, é acusado de uma fraude de US$ 50 bilhões, com um esquema conhecido como Ponzi --um tipo de pirâmide financeira, na qual se prometem retornos muito altos a investidores iniciais, que são remunerados com o dinheiro de quem adere ao esquema posteriormente.

Madoff, que estabeleceu sua firma de investimento em 1960, poderia ter enganado com seu sistema algumas das indústrias mais importantes dos Estados Unidos, da Europa e do Japão.

Outra instituição que perdeu com o esquema de Madoff é o banco britânico Royal Bank of Scotland: a instituição admitiu hoje que poderia enfrentar perdas de 400 milhões de libras (US$ 599 milhões) devido a investimentos em produtos administrados pela empresa de Madoff.

O HSBC também poderia estar entre os afetados pela fraude de Madoff, segundo fontes do mercado citadas pela agência britânica de notícias PA, com perdas em torno dos 670 milhões de libras (US$ 1 bilhão). Outro prejudicado, segundo estas fontes, poderia ser o Man Group, o maior gestor de fundos do mundo dos que cotam em Bolsa. A empresa, segundo estas fontes, poderia enfrentar perdas no valor de 239 milhões de libras (US$ 358,5 milhões).

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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