FMI adverte para possibilidade de recessão global
da France Presse
da Folha Online
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, alertou nesta segunda-feira, em Madri, para as possibilidades de uma recessão global.
"O crescimento das economias dos países emergentes, entre eles a China, não compensará a recessão nos países desenvolvidos", afirmou Strauss-Kahn em uma conferência sobre a Espanha e as instituições financeiras internacionais, organizada pelo Banco da Espanha.
O diretor-gerente defendeu a adoção de pacotes de incentivos fiscais equivalentes a 2% do PIB.
Strauss-Kahn também advertiu que não haverá uma reativação econômica antes do final de 2009 ou início de 2010. "As perspectivas econômicas globais continuam piorando. 2009 será um ano muito difícil", concluiu.
Em outubro, o FMI divulgou o relatório "World Economic Outlook" ("Perspectiva Econômica Mundial"), no qual reduziu suas expectativas de crescimento global; para este ano, o FMI reduziu sua previsão de crescimento mundial de 4,1% para 3,9%; para 2009, a expectativa caiu de 3,9% para 3% --menor nível desde 2002 e considerado pelo Fundo como limite para a queda em uma recessão global.
Para 2009 o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, também mostrou-se pessimista; ontem, ele disse que a crise financeira em curso já se tornou uma crise econômica e, no próximo ano, será uma crise de desemprego. "Essa crise financeira já passou a ser uma crise econômica e no próximo ano será uma crise de desemprego", afirmou, em uma visita à Província de Sichuan, na China. "Vai ser uma fase extremamente difícil."
O presidente do banco ainda disse que a recuperação da crise pode ser atrasada se os países se fecharem na tentativa de salvar as próprias economias. "Me preocupa que o desemprego, principalmente se combinado com uma queda de preços, possa levar a ondas de protecionismo."
Na semana passada, o Banco Mundial informou que a crise financeira global tem exercido um peso considerável sobre as economias emergentes --para as quais previu um crescimento de 4,5% em 2009, muito abaixo dos 6,8% previstos para este ano.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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