Dinheiro
15/12/2008 - 13h58

Sony anuncia 275 demissões na Espanha

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da France Presse, em Madri

O gigante japonês da eletrônica Sony anunciou nesta segunda-feira o corte de 275 empregos em sua fábrica de Viladecavalls (nordeste da Espanha), dias depois de publicar um plano de reestruturação devido à crise econômica mundial.

"A Sony Espanha apresentará hoje (segunda-feira) um pacote de medidas destinadas a manter a viabilidade a curto prazo do Barcelona Technology Center, que inclui uma redução de pessoal de 275 trabalhadores do centro de Viladecavalls", informou o grupo em um comunicado.

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"Estas medidas são necessárias para manter a operação em Barcelona em um ambiente econômico complicado", diz a Sony, que produz na fábrica de Viladecavalls televisores LCD para o mercado europeu.

O anúncio deste plano social chega "depois de cinco meses de negociações com os sindicados sem chegar a um acordo", acrescentou o comunicado.

Com estas medidas, a Sony Espanha "contribuirá para o programa de reestruturação global da Sony Corporation", afirmou o grupo.

Diante dos efeitos devastadores da crise econômica mundial, a casa matriz Sony anunciou em 9 de dezembro um amplo plano que prevê o corte de 5% de seus efetivos permanentes do departamento de eletrônica, ou seja, 8.000 empregos no mundo. O grupo prevê fechar 10% de seus 57 pontos de fabricação.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
16 opiniões
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