Miguel Jorge diz não considerar BC como parte do governo
FERNANDO ANTUNES
colaboração para a Folha Online
O ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento) disse nesta segunda-feira que não considera o Banco Central como parte do governo. Segundo ele, é graças a essa independência que o órgão consegue manter uma política monetária separada da vontade do governo federal.
"Não considero o BC como governo. Há uma independência de fato. Porque, se fosse governo, o presidente daria uma ordem [de reduzir ou subir os juros] e ela seria cumprida", disse o ministro em São Paulo. Ele ainda considerou que discutir se o BC deve ter essa independência ou não é voltar "a uma discussão de oito anos atrás."
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Questionado sobre a taxa de juros, Miguel Jorge tentou não criar polêmica. "Não me sinto em condições éticas para discutir a política monetária. Também não quero que o [presidente do BC, Henrique] Meirelles discuta sobre IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] e desenvolvimento", disse.
Porém, em seguida ele criticou indiretamente o Banco Central, que na última quarta-feira decidiu por unanimidade entre os membros do Copom (Comitê de Política Monetária) manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75%.
"Não seria razoável que um ministro [do Desenvolvimento] fosse a favor de uma política contra a indústria. E eu sou ministro do Desenvolvimento", disse. "Ficou clara [a minha posição]?"
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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