FMI diz que crise torna inflação um problema menos importante
da Efe, em Madri
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, descartou nesta segunda-feira que tanto a inflação quanto a deflação sejam uma ameaça na conjuntura atual e admitiu que o organismo está mais preocupado com o crescimento econômico.
Após participar da conferência "Espanha no Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial: Cinqüenta anos de relação", que foi realizada em Madri, Strauss-Kahn reconheceu que há alguns meses havia riscos de inflação alta, mas que a situação mudou com a queda dos preços do petróleo e dos alimentos.
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Segundo o diretor-gerente do FMI, a inflação atual é "muito baixa" e, embora "sempre haja riscos", a preocupação é "muito menor" do que há alguns meses.
Por outro lado, Strauss-Khan criticou que as previsões do FMI tenham sido qualificadas de "excessivamente pessimistas", quando o tempo provou que o organismo tinha razão.
O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Rodrigo de Rato, considerou que a maioria das soluções à crise atual devem ser "nacionais", porque é "pouco prático" esperar que todos os governos acertem uma resposta conjunta, dada a "urgência e gravidade" atual.
"Não temos que nos enganar, por todos os lados vemos que os problemas são sincronizados, mas a maior parte de soluções devem ser nacionais, porque começar a discutir até que todos os governos entrem em acordo parece-me pouco prático", ressaltou Rato.
Também disse que a crise atual pode ser uma das "ameaças mais graves da economia mundial dos últimos 50 anos."
Para ele, se a liquidez e a confiança não forem recuperadas, a ameaça de depressão mundial pode se transformar em realidade.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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