Federação fala em até 1.500 demissões na mineração em MG
PAULO PEIXOTO
da Agência Folha, em Belo Horizonte
A cadeia do setor de mineração em Minas Gerais demitiu mais de mil trabalhadores em novembro. Não há ainda números fechados, mas o presidente da Fiemg (Federação das Indústrias de Minas Gerais), Robson Braga de Andrade, estima entre "mil e 1.500 o número de trabalhadores demitidos no setor inteiro", que tem forte peso na economia estadual.
Um dos dados já consolidados das demissões no setor da mineração é que cerca de 850 trabalhadores demitidos estão sendo treinados para que possam trabalhar em outro setor da atividade econômica do Estado. Os cursos de requalificação foram propostos pela Fiemg às empresas que estão tendo que cortar postos de trabalho, em razão da forte queda da exportação do minério.
As exportações de Minas, com forte influência da venda do minério-de-ferro, deverão retroceder no ano que vem, em valores, aos níveis de 2007, disse Lincoln Gonçalves Fernandes, presidente do Conselho de Política Econômica e Industrial da Fiemg.
Em 2007, as exportações atingiram US$ 18,7 bilhões. Neste ano, o setor exportador de Minas deverá fechar com saldo de US$ 24,6 bilhões. Para 2009, a previsão da Fiemg é que a receita com exportações fique em US$ 19 bilhões.
A Fiemg, disse Andrade, trabalha com o propósito de amenizar rapidamente o problema do desemprego, deslocando pessoal demitido dos setores mineral e siderúrgico para outras áreas da economia nas regiões onde os demitidos estão.
Nos programas de requalificação da Fiemg, disse Andrade, a questão regional prevalece. No centro-oeste de Minas, por exemplo, indústrias produtoras de ferro-gusa (matéria prima do aço) abafaram seus fornos e cortaram postos de trabalho. Como lá é forte o setor de calçados e vestuários, que necessita de mão-de-obra treinada, a Fiemg tenta recolocar os demitidos no setor.
Andrade diz não acreditar que as demissões na mineração anule as contratações do ano. De janeiro a outubro, o setor mineral contratou 3.630 pessoas em Minas, crescimento de 20% em relação a 2007.
A Vale contribui com ao menos 300 demissões no setor mineral de Minas, de acordo com o anunciado pela empresa no mês passado. Os sindicatos, como o Metabase de Itabira, dizem que os números são maiores, mas não há dados consolidados pelos sindicatos.
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Faltou mencionar que:
-De Itamar até agora, tanto o dolar quanto o real tiveram inflação.
-Naquela época, só as dividas dos estados, que foi assumida pelo Governo Federal, somavam quase 200 bilhoes.
-A divida do FGTS, era de 49 bilhoes, que por ordem do supremo teve de ser incorporada aos seus 80 bilhoes?
-Outras dividas que estavam "no armario" também foram contabilizadas.
-Se a coisa fosse assim tão modesta, só o dinheiro arrecadado com as privatizações, não sei o numero certo mas só nas teles passou de 50 bilhoes, estariamos hoje sem dividas e emprestando dinheiro para o resto do mundo.
A proposito, de onde veio essa informação de 80 bilhoes no inicio do Governo Itamar?
Antonio Rodrigues Ferreira - Belo Horizonte
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O brasileiro sempre fora esfolado via impostos.
Aqui, exeto qdo colônia e império, a carga tributária esteve sempre diretamente ligada a rolagem da dívida pública.
De D. Pedro até Itamar A dívida pública alcançou o montante de 80 Bi.
Foram 5 séculos pra atingir esse patamar (sem TROCADILHOS: até ITAMAR).
Ao fim disso a carga atingiu 24% do pib
O quinto dos infernos já tava no QUARTO do inferninho ( ou quase isso).
EXPRESSÃO "QUINTO DOS INFERNOS", que nascera qdo colônia, teve seu ápce, recentemente.
Pós Itamar, conduzido, pelas suas mãos, fomos agraciados com a era apagônica. vulgo era fhc.
Surfou na boa onda do planos real que nascera no governo ITAMAR, arquitetado pelo economista-acadêmico BACHA e sua equipe, lançado sob RÍCUPERO como ministro da fazenda.
Como dito, surfou no 1º mandato.
Em seu 2º mandato, achando que surfaria por sua própria onda: naufragou:
Passamos a ter 2 quintos (dos infernos).
Pós desmandos administrativos em infra-estrutura e política fiscal/monetária a proer ops proeza:
a dívida pública EXPLODIU dos 80 Bi, pra
950 Bi. fez em 4 anos o que não se conseguiu fazer em 5 séculos.
CARGA TRIBUTÁRIA saiu de 24 pra quase 40% do pib potanto: 2 QUINTOS.
NÃO É UM INFERNO?
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