Inflação pelo IGP-10 fecha o ano em 10,27%, maior desde 2004, diz FGV
da Folha Online
O IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) teve ligeira variação positiva de 0,03%, em dezembro, uma desaceleração acentuada em relação a novembro, quando a alta foi de 0,73%. No ano, o indicador teve variação positiva de 10,27%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O resultado no ano atinge, assim, a maior marca desde 2004, quando a alta foi de 12,4%. No ano passado, o índice acumulou alta de 7,38%.
Entenda a diferença entre os principais índices de inflação
A metodologia aplicada na apuração do IGP-10 é a mesma do IGP-M e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve deflação de 0,22% neste mês, contra uma alta de 0,81% no mês anterior. O índice referente a Bens Finais passou de alta 0,48% em novembro para deflação de 0,16% neste mês, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de 1,09% para -0,74%). Excluídos os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice teve ligeira variação positiva de 0,05%, contra alta de 0,96% um mês antes.
O índice do grupo Bens Intermediários teve deflação de 0,88%, contra alta de 1% um mês antes. Os preços de materiais e componentes para a manufatura passaram de alta de 1,29% para deflação de 0,30%. Excluído o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, houve deflação de 0,79%, contra alta de 1,13% um mês antes.
O índice de Matérias-Primas Brutas desacelerou, de uma alta de 0,89% em novembro para uma de 0,71% em dezembro, com destaque para arroz em casca (3,03% para -7,29%), minério de ferro (14,26% para 7,53%) e algodão em caroço (1,31% para -6,11%). Já os itens tomate (-2,94% para 64,28%), soja em grão (-2,91% para 1,35%) e café em grão (-2,13% para 1,04%) aceleraram.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,62% em dezembro, contra 0,49% em novembro. O destaque foi o grupo Habitação (0,37% para 0,57%), principalmente com os itens tarifa de eletricidade residencial (0,13% para 0,74%), material de limpeza (0,35% para 0,91%) e equipamentos eletrônicos (0,22% para 0,86%).
Os grupos Alimentação (0,91% para 1,00%), Transportes (0,12% para 0,31%), Despesas Diversas (-0,15% para 0,22%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,59%) e Educação, Leitura e Recreação (0,29% para 0,41%) também tiveram alta, com destaque para hortaliças e legumes (-3,66% para 5,89%), tarifa de táxi (0,00% para 1,93%), mensalidade para TV por assinatura (-1,21% para 1,95%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,37% para 0,62%) e cursos não-formais (0,11% para 0,94%).
Apenas o grupo Vestuário (0,91% para 0,37%) desacelerou, com destaque para roupas (1,19% para 0,68%) e calçados (0,48% para -0,52%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,33% neste mês, contra 0,74% em novembro. O grupo Materiais passou de 1,32% para 0,47%. O grupo Serviços passou de 0,70% para 0,57%. O índice que mede o custo da Mão-de-Obra recuou de 0,17% no mês anterior, para 0,14% nesta apuração.


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Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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