Dinheiro
16/12/2008 - 13h50

Venda de álcool combustível neste ano supera recorde de 1990

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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

O Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes) projeta que as vendas de combustíveis terão recordes em 2008, com destaque para o álcool que atingirá o maior volume comercializado da história.

De acordo com o sindicato, as vendas totais do mercado somarão 96,1 bilhões de litros, incremento de 8,8% sobre o resultado de 2007.

Somente as empresas do Sindicom, que representam 79% do mercado total, terão aumento de 7,1% nas vendas, totalizando 76,3 bilhões de litros.

As vendas de álcool totalizarão 13,1 bilhões de litros, superando em 49,5% o volume verificado no ano passado. O resultado do mercado de álcool supera os 11,5 bilhões de litros comercializados em 1990, no auge do consumo do Próalcool.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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