Preços no varejo paulistano sobem 0,31% em novembro, aponta Fecomercio
colaboração para a Folha Online
O IPV (Índice de Preços no Varejo) apresentou alta de 0,31% em novembro, contra elevação de 0,39% em outubro, segundo a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
Com isso, o IPV acumula 4,79% de elevação ao longo do ano e 5,73% na comparação entre novembro e o mesmo mês de 2007. A expectativa da Fecomercio é que os preços no varejo na capital paulista encerrem 2008 mais pressionados que no ano passado.
"No primeiro semestre deste ano, a desvalorização do dólar frente ao real manteve os preços do varejo em patamares comedidos. No segundo semestre, quando a crise internacional começou a dar sinais na economia brasileira, os preços passaram a responder à valorização do dólar", afirma a Fecomercio.
No acumulado dos 11 meses de 2008, o maior peso para o bolso dos consumidores veio do segmento de Supermercados, que foi pressionado em virtude da elevação do preço das commodities e da questão da suspensão da exportação do trigo argentino para o mercado nacional. O grupo atingiu alta de 7,06% em 2008 na comparação com os 11 meses do ano passado, e em virtude da sua elevada participação no índice geral (32%), é responsável pela maior contribuição no resultado final verificado até novembro.
Já a atividade de Materiais de Construção, com demanda aquecida ao longo de todo o ano devido ao bom desempenho do segmento de construção, acumula nestes primeiros 11 meses do ano alta de 20,45%. O grupo Padarias foi outro que descreveu trajetória relevante, acumulando no ano alta de 11,50%.
Os preços do grupo de Vestuário, Tecidos e Calçados apresentaram elevação de 2,91% entre janeiro de novembro deste ano. O mesmo aconteceu no setor de Açougues (16,16%), Drogarias e Perfumarias (6,28%) e Veículos (1,16%).
Segundo a Fecomercio, outros grupos que descreveram comportamento semelhante no acumulado entre janeiro a novembro de 2008 foram: Feiras (5,08%), Relojoarias (9,33%), Combustíveis e Lubrificantes (0,77%), Autopeças e Acessórios (4,39%), Óticas (4,27%) e Materiais de Escritório (3,22%), Floriculturas (11,48%), CDs (1,29%), Óticas (4,27%), Jornais e Revistas (0,83%), Brinquedos (1,57%), Livraria (2,68%) e Móveis e Decorações (3,23%).
Por outro lado, ao longo destes 11 meses de 2008, somente dois grupos acumulam queda: Eletroeletrônicos (-9,63%) e Eletrodomésticos (-0,08%).
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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
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