Dinheiro
16/12/2008 - 15h59

Preços no varejo paulistano sobem 0,31% em novembro, aponta Fecomercio

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colaboração para a Folha Online

O IPV (Índice de Preços no Varejo) apresentou alta de 0,31% em novembro, contra elevação de 0,39% em outubro, segundo a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

Com isso, o IPV acumula 4,79% de elevação ao longo do ano e 5,73% na comparação entre novembro e o mesmo mês de 2007. A expectativa da Fecomercio é que os preços no varejo na capital paulista encerrem 2008 mais pressionados que no ano passado.

"No primeiro semestre deste ano, a desvalorização do dólar frente ao real manteve os preços do varejo em patamares comedidos. No segundo semestre, quando a crise internacional começou a dar sinais na economia brasileira, os preços passaram a responder à valorização do dólar", afirma a Fecomercio.

No acumulado dos 11 meses de 2008, o maior peso para o bolso dos consumidores veio do segmento de Supermercados, que foi pressionado em virtude da elevação do preço das commodities e da questão da suspensão da exportação do trigo argentino para o mercado nacional. O grupo atingiu alta de 7,06% em 2008 na comparação com os 11 meses do ano passado, e em virtude da sua elevada participação no índice geral (32%), é responsável pela maior contribuição no resultado final verificado até novembro.

Já a atividade de Materiais de Construção, com demanda aquecida ao longo de todo o ano devido ao bom desempenho do segmento de construção, acumula nestes primeiros 11 meses do ano alta de 20,45%. O grupo Padarias foi outro que descreveu trajetória relevante, acumulando no ano alta de 11,50%.

Os preços do grupo de Vestuário, Tecidos e Calçados apresentaram elevação de 2,91% entre janeiro de novembro deste ano. O mesmo aconteceu no setor de Açougues (16,16%), Drogarias e Perfumarias (6,28%) e Veículos (1,16%).

Segundo a Fecomercio, outros grupos que descreveram comportamento semelhante no acumulado entre janeiro a novembro de 2008 foram: Feiras (5,08%), Relojoarias (9,33%), Combustíveis e Lubrificantes (0,77%), Autopeças e Acessórios (4,39%), Óticas (4,27%) e Materiais de Escritório (3,22%), Floriculturas (11,48%), CDs (1,29%), Óticas (4,27%), Jornais e Revistas (0,83%), Brinquedos (1,57%), Livraria (2,68%) e Móveis e Decorações (3,23%).

Por outro lado, ao longo destes 11 meses de 2008, somente dois grupos acumulam queda: Eletroeletrônicos (-9,63%) e Eletrodomésticos (-0,08%).

Comentários dos leitores
Arthur Capella Neto (12) 16/11/2009 11h09
Arthur Capella Neto (12) 16/11/2009 11h09
Neste mundo que , por conceitos fisico-quimicos , já deveria ter acabado, de tão putrefato e corroído pelos cupins humanos, não existem, nos grupos controladores, mocinhos , só bandidos. No passado e atualmente, fizeram-se e fazem-se guerras por poder, por temperos, por amantes,por petróleo e , se o governante é corrupto ou assassino mas faz o jogo do poder dominante, então serve. Assim, vemos a multiplicação de reinos pessoais e familiares na Africa e no oriente médio e, mais próximamente, na Venezuela. Sem maiores surtos de vergonha, inventa-se um motivo e "bum", estoura-se o país insurgente.Muitas vêzes o insurgente foi colocado lá pelo seu próprio aniquilador, vide o caso de Saddan Hussein.A criatura desobedeceu o criador. O Brasil que, nos últimos anos, colocou no seu arsenal uma nova ação, chamada vontade política, tem a mania de se encrencar em outros campos, vide Guatemala.Também colocou neste arsenal uma outra frase:tolerância com vizinhos desagradáveis. Assim, tolera as estrepulias da desgovernada e órfã do caudilho , Argentina.Tolera os rompantes do ditador de piche, o sargentão Chavez.Tolera o boneco de Chavez, o índio Evo (como tal ,é tutelado) e também o pedófilo e Don Juan do Paraguay, o Lugo. Parece que só isto poderia dar ao Brasil o Nobel da tolerância e da paz. Para não fugir ao assunto, a China.O Obama precisa de dólar baixo.A China usa o Yuan baixo artificialmente para exportar.O êrro foi considerar a China economia de mercado.Não é e ponto final. 3 opiniões
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O Pacificador (135) 16/11/2009 10h45
O Pacificador (135) 16/11/2009 10h45
"China acusa EUA de protecionismo durante visita de Obama..."
Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Mario Lago Braschi (19) 16/11/2009 07h29
Mario Lago Braschi (19) 16/11/2009 07h29
A Folha deveria criar comentários por assunto, assim pouparia os leitores de verem pessoas frustradas que se acham cultas ocupando os 1500 caracteres para falar abobrinhas de assunto que não tem nada a ver com a matéria. Sem contar sobre as velhas discussões de quem chegou pela primeira vez aqui e quer defender FHC ou Lula.
Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
sem opinião
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