Dinheiro
17/12/2008 - 08h26

Inflação em SP desacelera e fica em 0,23% na 2ª prévia de dezembro, diz Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) no município de São Paulo registrou alta de 0,23% na segunda quadrissemana de dezembro --30 dias até 15/12--, abaixo da registrada na abertura do mês, 0,28%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Entenda a diferença entre os principais índices de inflação

A categoria Alimentação registrou ligeira variação positiva de 0,07%, uma queda expressiva em relação ao índice registrado no início do mês, 0,38%. O índice da categoria Habitação também teve desaceleração, ficando em 0,13%, contra 0,22% na abertura de dezembro. A contribuição dos alimentos para a composição do índice geral foi de 6,58% e da categoria Habitação, 18,04%.

Na categoria Saúde, os preços subiram 0,24%, mesma variação registrada no início do mês. Os preços da categoria Vestuário subiram 0,91%, uma alta significativa em relação ao índice visto no início do mês, 0,41%.

Na categoria Transportes, os preços subiram 0,21, alta maior que a registrada na primeira semana do mês, 0,13%. Na categoria Despesas Pessoais, os preços tiveram alta de 0,57%, ligeira variação em relação ao 0,51% visto na primeira semana de dezembro.

A categoria Educação registrou variação positiva de 0,09%, acima da observada na semana passada, 0,08%.

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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