Deixar montadoras quebrarem "não é ação responsável", diz Bush
da Folha Online
O presidente americano, George W. Bush, disse nesta sexta-feira que permitir a quebra das empresas automobilísticas "não é o curso responsável de ação" e que, dadas as condições em que o setor e a economia do país se encontram, um empréstimo de US$ 13,4 bilhões será liberado inicialmente, e outros US$ 4 bilhões
Segundo ele, dar as empresas uma chance para que se reestruturem é a opção responsável para o país. O acordo exige como contrapartida das empresas a apresentação de dados que mostrem que estão em condição financeiramente viável até o fim de março de 2009.
Bush afirmou que se até março as empresas não mostrarem resultados positivos da reestruturação, o dinheiro recebido terá de ser devolvido. Segundo o presidente, a falência "provavelmente não daria certo" para o setor automobilístico no momento e seria "um golpe inaceitavelmente doloroso sobre o trabalhadores americanos" em toda a economia.
O presidente americano afirmou que é contra intervir para ajudar empresas na situação em que as montadoras se encontram e que a eventual quebra seria o "preço que elas têm a pagar", mas que essa não é a atitude responsável.
O governo americano vai usar recursos do chamado Tarp (Programa para Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês), o pacote de US$ 700 bilhões aprovado em outubro e destinado inicialmente a resgatar empresas do setor bancário com problemas ligados a papéis "podres" (com alto risco de calote) para ajudar as montadoras, segundo o anúncio de hoje.
De início a General Motors (GM) e a Chrysler terão acesso a US$ 13,4 bilhões, com outros US$ 4 bilhões que podem ser oferecidos em março. O acordo exige como contrapartida das empresas a apresentação de dados que mostrem que estão em condição financeiramente viável até o fim de março de 2009.
Ontem, o diário americano "The Wall Street Journal" ("WSJ") informou que a GM e a Chrysler reabriram negociações para uma eventual fusão: o fundo norte-americano Cerberus Capital Management, detentor do controle da Chrysler sinalizou que pode vender sua parte na empresa.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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