Congresso precisa liberar 2ª parte do pacote de US$ 700 bi, diz Paulson
da Folha Online
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, disse nesta sexta-feira que o Congresso precisa liberar a segunda metade do pacote chamado Tarp (Programa para Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês), de US$ 700 bilhões, aprovado em outubro no Congresso e destinado inicialmente a resgatar empresas do setor bancário com problemas.
Segundo Paulson, com as ajudas já feitas para o setor financeiro e a ajuda de hoje, de US$ 17,4 bilhões, a ser direcionada ao setor automobilístico, a primeira parte do pacote já liberada já está praticamente esgotada.
Ele afirmou ainda que o Tesouro, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e a FDIC (Corporação Federal de Seguros de Depósitos, na sigla em inglês, a agência dos EUA de garantia de depósitos bancários) tem recursos para, se necessário, ajudar alguma instituição que enfrentar problemas até que o Congresso aprove o uso da segunda parte do pacote.
A outra metade do pacote, no entanto, é necessária "para apoiar a estabilidade do mercado financeiro", disse o secretário em um comunicado.
Pelos termos do pacote, quando o governo determinar que a segunda metade dos recursos se faz necessária, terá de pedir ao Congresso, com um plano detalhado do que pretende fazer com o dinheiro.
O secretário informou que os empréstimos à Chrysler e à GM serão concedidos com a expectativa de que as empresas sejam rápidas em desenvolver planos aceitáveis de reestruturação. "Esse passo vai evitar um obstáculo significativo para nossa economia enquanto coloca as empresas no caminho para a reestruturação necessária para alcançar estabilidade de longo prazo", disse Paulson, em comunicado.
Da primeira parte dos US$ 700 bilhões, US$ 250 foram utilizados para comprar ações em bancos como forma de reforçar seus balanços e permitir que pudesse retomar o fluxo normal de concessões de empréstimos --o que já marcava um desvio em relação à finalidade original do pacote. No dia 12 do mês passado, o secretário anunciou outra mudança na aplicação do pacote: agora o governo pretende injetar o dinheiro em empresas fora do setor bancário, como companhias de cartões de crédito e de financiamento automobilístico e estudantil.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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