Fiesp dá curso a trabalhador com jornada menor
do Agora
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) anunciou ontem que irá oferecer pelo menos 100 mil vagas em cursos gratuitos profissionalizantes para os trabalhadores que tiverem redução de jornada e de salário por conta da crise internacional que afetou o emprego no país. Os cursos serão no Senai-SP (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).
As empresas que firmarem esse tipo de acordo é que deverão inscrever os seus empregados no curso. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou, em nota, que "uma grande vantagem ao trabalhador é a possibilidade de reciclagem e qualificação profissional em cursos que, em valores de mercado, seria muito difícil pagar".
Trabalhadores e empresas de diversos setores já começaram a fechar acordos desse tipo para evitar demissões em massa ainda neste ano. É o caso da AçoTécnica, de Jandira (Grande São Paulo) e da concessionária Alta Volkswagen.
A proposta da Fiesp foi criticada pelas centrais sindicais. Segundo elas, a medida pode desencadear uma onda de redução de direitos.
"Antes de negociar a redução da jornada, o sindicato tem obrigação de esgotar todas as possibilidades. É uma decisão extrema. Cada caso deve ser analisado com cuidado. Não pode transformar em regra para prejudicar o trabalhador", disse Artur Henrique, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, também vê com ressalvas a redução de direitos. "Tem muito empresário que não está quebrando que vai usar essa flexibilização para empurrar a crise pro bolso do trabalhador. O sindicato não pode permitir isso", disse.
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Fato é que existe no mercado uma euforia fora de propósito. Aqui no Brasil, hoje uma maioria, acha que estamos nadando de braçada.O Brasil não é uma ilha isolada no mundo da prosperidade....cuidado gente....muito cuidado.
A luz no fim do túnel pode significar que a locomotiva está vindo pra cima.
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Pouco importa receber, o negócio é emprestar para o consumo. Os especialistas dizem que 46% do PIB emprestado é pouco, pois em outros paises chega a 80%. Mas será que dá para comparar paises e condições diferentes. Os empréstimos são mais para consumo ou mais para produção?
Eles que sao especialistas e que sabem das coisas que respondam. Mas parece que nao foram capazes de prever a crise do ano passado. Outros dizem que nem crise houve (sic)!!!!!! Será que sabem onde fica o nariz deles?
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