Reservas de petróleo nos EUA caem em 3,1 milhões de barris
da Efe, Washington
As reservas de petróleo nos Estados Unidos diminuíram em 3,1 milhões de barris na semana passada e ficaram em 318,2 milhões de barris, anunciou nesta quarta-feira o Departamento de Energia americano.
A maioria dos analistas esperava um aumento de mais de um milhão de barris nas reservas de petróleo. A agência informou que as reservas de petróleo estão dentro da média para esta época do ano. O volume de reservas foi 9,1% superior ao de um ano antes.
Imediatamente depois de terem sido divulgados os dados oficiais, o preço de futuros do petróleo para entrega em janeiro desceu US$ 1,62, até US$ 37,36 por barril (159 litros) na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês).
No que se refere aos estoques de gasolina, o relatório especifica que aumentaram em 3,3 milhões de barris (1,6%), até 207,3 milhões, frente aos 204 milhões da semana anterior.
Na Nymex, o preço da gasolina reformulada para entrega em janeiro desceu US$ 0,0246, até US$ 0,8314 por galão (US$ 0,2199 por litro).
As reservas de combustível para calefação subiram em 1,8 milhão de barris (1,3%), para 135,3 milhões de barris, frente aos 133,5 trilhões de barris da semana anterior. Por sua vez, o preço do combustível para calefação para entrega em janeiro desceu US$ 0,0420 na Nymex e ficou em US$ 1,2850 por galão (US$ 0,3399 por litro).
O relatório destacou ainda que, na semana passada, as refinarias petrolíferas nos Estados Unidos operaram a 84,7% de sua capacidade, comparado com 84,3% da semana anterior.
Estes números excluem a Reserva Estratégica de Petróleo do governo dos Estados Unidos, que conta com 701,8 milhões de barris, o mesmo volume da semana anterior.
O total de reservas de petróleo e produtos refinados nos Estados Unidos, incluindo a Reserva Estratégica, alcançou na semana passada a 1,715 bilhão de barris, frente aos 1,717 bilhão da semana anterior.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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