Produção de aço bruto no país cai 20% em novembro
colaboração para a Folha Online
A produção de aço bruto no país caiu 19,8% em novembro na comparação com o mês anterior, informou o IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia). No mês passado, a produção do metal atingiu 2,32 milhões de toneladas e foi afetada pela redução de carga de trabalho em várias usinas. A produção de aço é um dos principais termômetros do nível de atividade da indústria e da economia.
"Essa queda decorre das paralisações totais ou parciais de algumas usinas para programas de manutenção já agendados ou antecipados devido à queda do mercado, decorrente das paradas temporárias que vêm sendo anunciadas por diversos setores consumidores de aço", explicou o IBS.
O setor é um dos mais afetados pela turbulência que começou nos mercados financeiros. A atividade sofre com a retração tanto da demanda global --em especial da China, país cujo consumo de aço caiu com força-- como da doméstica.
Apesar da queda mensal, o instituto afirma que a produção acumulada nos 11 meses deste ano está 4,2% maior (32,1 milhões de toneladas) que o verificado no mesmo período de 2007, resultado do forte crescimento observado até setembro.
Em relação a laminados (aços mais elaborados usados em veículos, eletrodomésticos e outros produtos), a produção de novembro caiu 26% em relação a outubro e atingiu 1,73 milhões de toneladas. No acumulado do ano, no entanto, a produção foi de 23,8 milhões de toneladas e ainda sustenta um crescimento de 0,6% ante o mesmo período de 2007.
No mercado interno, as vendas de laminados caíram 26% na comparação com outubro e atingiram 1,4 milhões de toneladas. Entre janeiro a novembro, as vendas de produtos siderúrgicos ainda registram alta de 10,6% sobre o mesmo período do ano passado.
Para o mercado externo, as vendas totalizaram em novembro 448 mil toneladas, no valor de US$ 441,6 milhões. Segundo o IBS, as vendas acumuladas no ano atingiram 7,94 milhões de toneladas, uma queda de 10,5% em relação à igual período em 2007. Em valores, o acumulado (US$ 6,82 bilhões) representa aumento de 22,5% sobre o mesmo período do ano anterior.
Com Folha de S.Paulo
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Fato é que existe no mercado uma euforia fora de propósito. Aqui no Brasil, hoje uma maioria, acha que estamos nadando de braçada.O Brasil não é uma ilha isolada no mundo da prosperidade....cuidado gente....muito cuidado.
A luz no fim do túnel pode significar que a locomotiva está vindo pra cima.
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Pouco importa receber, o negócio é emprestar para o consumo. Os especialistas dizem que 46% do PIB emprestado é pouco, pois em outros paises chega a 80%. Mas será que dá para comparar paises e condições diferentes. Os empréstimos são mais para consumo ou mais para produção?
Eles que sao especialistas e que sabem das coisas que respondam. Mas parece que nao foram capazes de prever a crise do ano passado. Outros dizem que nem crise houve (sic)!!!!!! Será que sabem onde fica o nariz deles?
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