Para Chávez, comportamento dos preços do petróleo em 2009 é "imprevisível"
da Efe, em Caracas
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta-feira que não sabe como se comportarão os preços do petróleo no próximo ano. Mesmo assim, ele afirmou que seu governo está desenhando "diversos cenários" para ficarem prontos quando algum deles se apresentar.
"Os preços do petróleo continuam caindo; ainda não há previsão sólida sobre como se comportarão em 2009", disse Chávez na saída da missa do Natal à qual assistiu em uma igreja de Caracas acompanhado por boa parte de seu gabinete e do alto comando militar.
Chávez também reiterou que alguns setores da oposição são iludidos se pensam que uma derrubada prolongada dos preços do petróleo poderia tirá-lo da presidência. "Aqueles que esfregam as mãos pensando que a crise vai acabar com Chávez estão bem equivocados", disse o governante.
"Estamos à frente de uma crise que, como disse um analista, é como um vírus mutante, que vai mudando dia após dia", acrescentou. "Sem dúvida que esta crise é a maior da história econômica do mundo e vai nos atingir, mas ainda não fez isso, graças às medidas que há dez anos a revolução veio tomando".
Chávez comparou a febre consumista que se vive nas ruas venezuelanas com a angústia que, em sua opinião, reina em muitos países europeus e em outras partes do mundo industrializado.
"É preciso comparar o que está passando em meio mundo e o que acontece na Venezuela. Em muitos países da Europa há gente que não tem dinheiro para nada. O desemprego está galopando na Europa, mas aqui as ruas estão cheias de gente", afirmou.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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