Mantega considera intolerável alta de "spread" bancário
da Folha Online
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerou "intolerável" a alta dos "spreads" cobrados pelos bancos em novembro, segundo dados divulgados na última terça-feira (23) pelo Banco Central, informa o colunista Guilherme Barros na edição da Folha (íntegra do texto restrita para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira.
Contrariado com a notícia, Mantega disse que o governo vai tomar medidas no início do ano que vem para forçar os bancos a baixar o "spread" --a diferença entre o juro cobrado nos empréstimos e as taxas pagas pelos bancos aos investidores. O saldo determina o lucro bancário nas operações de crédito.
De acordo com os dados do Banco Central, o "spread" bancário aumentou de 1,9 ponto percentual em novembro em relação a outubro e 6,8 pontos percentuais em 12 meses.
O spread bancário para pessoa física chegou a 43,6% ao ano em novembro, alta de 3,8 pontos percentuais em relação a outubro. Para pessoa jurídica, o spread foi de 18,3% ao ano no mês passado, alta de 0,8 ponto percentual.
Mantega não disse, no entanto, quais seriam as medidas que o governo poderia tomar para forçar os bancos a baixarem os juros. Mas a preocupação do ministro é com o crescimento da economia para 2009.
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse recentemente que o crescimento da economia brasileira nos últimos anos mostra que a autoridade monetária não pode ser acusada de errar na administração da taxa básica de juros, hoje em 13,75% ao ano.
Para Meirelles, boa parte do problema gerado pela crise internacional está ligada a questões de liquidez (falta de dinheiro para crédito) e não à taxa básica de juros. Segundo ele, neste momento, o problema fica concentrado no spread bancário.
"Há uma separação entre a questão da liquidez e a política monetária. O que está se fazendo nesse momento é para que o spread bancário e a oferta de crédito retornem à normalidade. Isso é o que está afetando a economia brasileira nesse momento", disse o presidente do BC à época.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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