Dinheiro
26/12/2008 - 14h25

Vendas com carnê caem, mas cheque salva Natal em SP

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da Folha Online

As vendas por crediário caíram em São Paulo no mês de dezembro, em relação a 2007, mas as vendas a vista e com cheque salvaram o comércio neste ano, segundo dados da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

O movimento de consultas ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) registrou uma queda de 1,4% do dia 1º a 25 de dezembro deste ano, em comparação ao mesmo período em 2007, um pouco abaixo das expectativas de "empate" da associação comercial.

Já as consultas ao SCPC/Cheque, com alta de 4,7% (na mesma comparação entre períodos) foram beneficiadas pela escassez de crédito e pela intenção dos consumidores de comprar à vista produtos de menor valor. A ACSP ressaltou que neste ano houve um efeito calendário que acarretou em um dia útil a mais, do que no ano anterior.

A média dos dois sistemas apresentou um crescimento de 1,65% no movimento de vendas do comércio em relação ao desempenho do ano passado no mesmo período, apesar de 2007 ter sido o melhor em dez anos.

Nacional

As vendas do varejo nacional registraram alta de 2,8% no período que antecede o Natal em relação ao ano passado, segundo dados da Serasa. O aumento foi verificado em todo o país, no período de 18 a 24 de dezembro.

Shoppings

As vendas de Natal nos shopping centers no país cresceram 3,5% neste ano na comparação com o ano anterior, já descontada a inflação, segundo divulgou a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) nesta sexta-feira. Em termos nominais, a alta foi de 9,5%, ante expectativa de 8% a 10% da entidade.

No acumulado de 2008, as vendas reais foram entre 3% e 3,5% maiores, descontada a inflação projetada entre 6% a 6,3%, e em termos nominais, 9,5% --abaixo da estimativa da associação, de 12% de expansão para 2008.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
sem opinião
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Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
[Richard Adams] Não há risco de os países ricos "quebrarem", enquanto o resto do mundo (leia-se China, países árabes, Brasil, etc.) continuar a financiar suas dívidas. No caso dos Estados Unidos em particular, o risco é praticamente nulo. Colocando de forma simples, se o amplo excedente de capital no mundo não for investido em títulos do Tesouro americano, será investido em quê ?
A argumentação acima não quer dizer obviamente que os EUA não terão que fazer um ajuste fiscal em algum momento do futuro. Em algumas economias menores e sem moeda de reserva (p.ex. Reino Unido), esse ajuste terá que vir mais cedo (provavelmente após a próxima eleição geral em maio de 2010).
6 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
A respeito da reportagem , Dubai. È sabido que as reservas de petroleo não são infinitas, dizem relatórios, poços e reservas em alguns paises já se mostram desgastadas, e países que sequer conseguiram fazer a transição para outas fontes de recitas e ou de subsistencias, e por isto no momento seriam os preços do petroleo a sua única salvação para o curto prazo. de países que já teriam vendidos e ou colocado a venda alguns de seus ativos no exterior exemplifico: bancos no Usa. O Usa é um grande mercado e uma espécie de centro do mundo. quanto a preço e ou possibilidade de compra e ou valor a se pagar. se por preço atual, com desagio, e no momento no atual cenário dificilmente teria agio, setores com grandes vendedores de participações e ou controles......O fundamental é conhecimento, e nossa basicas de espertize, ou colocação em um mercado mais competivo, e aindo com ativos de liquidez duvidoza, e ou ainda que pode demorar para se recuperar. Boas marcas são bem vindas para carteira institucional, mas tem marcas que após a crise deteles ficaram com manchas, e até sugerem duvidas, dado o atual nivel de conhecimento e ou meios de comunicação, do ponto de vista popular, e ou difusão de informações e conceituações..... sem opinião
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